domingo, 31 de janeiro de 2010

Comunidade Quilombola do Mesquita

Edição: Meider Leister

Muito antes de Brasília, próximo a Santa Luzia hoje Luziânia GO, havia uma fazenda chamada Mesquita e seu proprietário já em final de vida resolveu doar parte das terras para três escravas da Fazenda Mesquita, há mais de 200 anos. Daí surgiu o povoado, a partir da construção das primeiras casas onde o filho de um casava-se com o filho do outro e construía sua casa ao lado da casa do pai e assim formou-se o povoado que durante muitos anos permaneceram isolados vivendo de maneira tradicional onde tudo era produzido pela comunidade e indo a Luziânia somente para vender seus produtos e comprar o que não podiam produzir, vivendo assim até meados da década de setenta, quando começou a ocupação da região próxima ao povoado, Cidade Ocidental e Valparaízo de Goiás, vivendo assim eles cultivam sua tradições e costumes, onde tinham no marmelo sua principal e mais tradicional fonte de recursos externos.
Hoje os 800 quilombolas que fazem parte dos cerca de 3.000 habitantes do povoado conseguiram recentemente seu reconhecimento como área de remanescente de quilombo. Distante apenas 8 km da Cidade Ocidental 300 famílias, quilombola que cultivam marmelo, goiaba, laranja, cana de açúcar, mandioca e contam também, com uma pequena indústria artesanal de marmelada e goiabada. No artesanato produz caixinhas, biscoitos e tapetes, que são comercializados em feiras. As festas são comemoradas com a dança Catira, dança tradicional de Goiás.
A comunidade produz há mais de 150 anos marmelo, goiaba, e fabrica artesanalmente marmelada e goiabada seguindo a receita e modo de fazer herdadas das gerações anteriores que ainda hoje preservam esta herança econômica, histórica e cultural. Seu artesanato é voltado para produção das caixinhas de madeira que embalam a marmelada e a goiabada, biscuit e tapetes, que são comercializados em feiras. As festas são comemoradas com a dança Catira, dança tradicional de Goiás.


A Marmelada
Marmelada é um tradicional doce feito a partir do marmelo produzido nos quintais do povoado e na região de Luziânia, em Goiás. A receita utilizada aqui vem sendo passada de pai para filho. O marmelo produzido na região é o Português (Cydonia oblonga Mill.) bem adaptado ao clima da região. Os marmeleiros produzem nos meses de Janeiro e Fevereiro. Produzindo artesanalmente A marmelada em casas durante ano todo, pois hoje em dia com energia e frízeres armazenam a poupa da fruta congelada. Vai sendo produzida em quantidades mínimas, vendendo o produto localmente.
A marmelda é embalada em caixas de madeira, feita pelos produtores. A marmelada conserva-se em contato com a madeira. Servida como sobremesa, pura ou com queijo.


A cultura do marmelo na comunidade Mesquita, vem do século XVIII, as primeiras mudas do marmelo (Cydonia oblonga) foram trazidas de Portugal para o Brasil e os boiadeiros trouxeram ao interior de Goiás ao cruzar os sertões.

A história da marmelada na cultural da comunidade ainda está sendo pesquisada pelos historiadores. Sabe-se que a tradição foi trazida por três escravas libertas, vindas de Portugal trazendo a receita. Seus descendentes seguiram a fabricação artesanal da marmelada.

Empreitada perigosa (novo Cd)

Edição: Meider Leister

Empreitada perigosa é o quarto CD do Matuto Moderno, banda que em 2009 completa 10 anos. É também o primeiro trabalho com o baterista Ricardo Berti que substituiu Ivo Junior em 2006. O CD anterior “Razão da Raça Rústica” , de 2005, era totalmente autoral e em contraponto o grupo escolheu gravar para o “Empreitada Perigosa” somente versões de importantes compositores do cancioneiro caipira de várias épocas, sendo esse o primeiro trabalho com essa característica.

Entre 2005 e 2008, fase intermediária entre os 2 CDs os membros do Matuto Moderno conviveram muito com a música raiz autêntica, Marcelo Berzotti, o baixista da banda acompanhou as duplas Índio Cachoeira e Cuitelinho, Carreiro e Carreirinho. Ricardo Vignini produziu 3 CDs do Índio Cachoeira, “Convite de Violeiro”, com seu Parceiro Cuitelinho - 2006, “Solos de Viola Caipira” - 2007 e “Violeiro Bugre” – 2008. No mesmo ano Ricardo Vignini também foi um dos produtores do DVD “Hístorias e Raízes” com Os Favoritos da Catira e Os Mensageiros de Santos Reis. No Ano de 2007 Ricardo foi curador do projeto “O Brasil Caboclo de Cornélio Pires” no Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília e São Paulo, projeto da Brasil Festeiro com as maiores duplas de música raiz em atividade, participaram; As Galvão, Zé Mulato e Cassiano, Cacique e Pajé, Pedro Bento e Zé da Estrada, Liu e Leo, João Mulato e João Carvalho, Índio Cachoeira e Cuitelinho, Jacó e Jacozito e Os Favoritos da Catira.

Dessa convivência foi sendo moldado o “Empreitada Perigosa” , CD lançado pelo selo Folguedo, único do Brasil focado apenas em viola, que é de Vignini e conta com a distribuição da Tratore.

Faixa a Faixa
O CD começa com “Viola Cósmica” de Gildes Bezerra e Pereira da Viola, gravada inicialmente para a coletânea “Moda nova”de 2003, a banda decidiu regra vá-la, pois ela sintetiza muito bem o espírito do Matuto Moderno.

“Caminheiro” de Anair de Castro e Jack, o dueto dessa faixa é feito com Alex Mathias e Edson Fontes, filho do “Seu Oliveira” do grupo Os Favoritos da Catira, Edson faz parte do Matuto Moderno desde 2002.

Duetos de vozes e violas em “Ecologia Brasileira” de índio Cachoeira e Cuitelinho que também participam da faixa.

Escutando as histórias de Pedro Bento sobre a dupla com o Zé da Estrada surgiu a vontade de gravar a canção rancheira “Seresteiro da Lua” de Pedro Bento e Cafezinho, que com o Matuto ganhou uma versão mais lenta e doce. A dupla Pedro Bento e Zé da Estrada era a dupla preferida de José Carlos Berzotti pai do baixista Marcelo Berzotti

Índia” de Herminio Gimenez, José Fortuna e Pinheirinho Jr é uma das canções que já tiveram muitas versões não só no Brasil como na América Latina, e o Matuto não podia deixar de ter a sua, que resultou em um arranjo radical em formula de compasso 4/4.

Vidal França, baiano de Aporé é o autor de “Canção de Jovino” , que originalmente foi lançada no vinil “Fazenda” de 1983, bolacha essa que andava nas vitrolas dos membros da banda há muitos anos e depois. Vidal tornou-se amigo do Matuto Moderno no seu extinto “Lua Nova”, bar refúgio dos cantadores em São Paulo, essa música ficou com um arranjo bem pop e diferente da original com guitarras distorcidas e bateria marcante.

Cabocla” de Tonico e Tinoco, a dupla coração do Brasil não poderia deixar de estar presente em um CD de homenagens do Matuto Moderno, novamente com dueto de voz de Alex Mathias e Edson Fontes, contou também com a participação de Márcio Miranda no violão de 7 e cavaco. Márcio participou de todos CD’s da banda.

Empreitada Perigosa” de Moacyr dos Santos e Jacozinho ficou com uma característica marcante do Matuto Moderno que é a execução de pagodes de viola com baixo, bateria, guitarras e percussões aliadas à viola caipira, Empreitada Perigosa intitula o CD pelo desafio da banda em lançar seu primeiro trabalho não autoral.

No começo de 2000 bandas do interior de São Paulo e capital começaram a se organizar para projetar suas carreiras, “Fulanos de Tal” de Rio Claro foi uma das que junto com o Matuto Moderno compartilhou dos mesmos ideais. “O Cururu” de Newtom Barreto é considerado um clássico dessa época por isso está presente no CD.

Com seria um sacrilégio gravar um CD de viola sem Tião Carreiro e Lourival dos Santos, “Navalha da Carne” aparece com uma introdução muito interessante e sua letra tem uma temática muito atual, quase um rap.

O arrasta pé “Curimbatá” , de Palmeira e Mario Zan, faz parte do repertório do Matuto Moderno desde o primeiro show da banda e agora tem sua versão devidamente registrada.

Movimento cultural na Rota do Sol

Fonte: Folha de Pernambuco - PE
Edição: Meider Leister


Sob as bênçãos da lua e de três reis magos pra lá de musicais, um dos projetos mais efervescentes da história musical potiguar retoma as atividades. Uma Lua na Rota do Sol relembra a empolgação de reveillons passados e recria clima nostálgico com um que de modernidade multimídia ao reunir manifestações artísticas diversas em um mesmo espaço. O produtor Nelson Rebouças e os músicos Pedrinho Mendes e Geraldo Carvalho são os responsáveis pelo revival, realizados em edições mensais entre 2004 e 2006. Os shows acontecem hoje na Entrada do Pium, em frente à Vila Feliz.
Além de Pedro Mendes e Geraldo Carvalho, a banda regueira Zion's Sound também apronta das suas. No mesmo espaço, show de mímica com o italiano Enzo Savone, dança do ventre com Ilza Lídia e exposição de artes plásticas de Regina Casa Forte. As apresentações começam a partir das 22h30. O valor do ingresso é R$ 10 para qualquer signo do zodíaco.
A lembrar: o projeto retomado hoje estreou com o nome de Lua dos Signos, em 2003. Logo em seguida recebeu o nome atual e desde o início marca a cena musical daquelas paragens, também como opção de entretenimento.
"No ano de 2003, na casa de Nelson Rebouças, estávamos ele, eu e Pedro Mendes. Surgiu a ideia de realizarmos um evento de réveillon na passagem 2003/2004. O acontecido nos empolgou e decidimos fazer todos os meses um lual, no qual denominamos de Lua dos Signos. Foi um marco para a comunidade do Pium", lembra Geraldo Carvalho. "Éramos três amigos nesta terra de reis.
Eu e Geraldo tomamos outro rumo, embora sempre partícipes como colaboradores. Nelson seguiu com o projeto por algum tempo. Agora, voltamos os três para mais esta edição", comemora Pedro Mendes. O produtor Nelson Rebouças foi o único dos três mosqueteiros (ou dos três reis magos potiguares) a continuar o projeto. Durou até 2007, quando nasceu o Poticanto: Um Canto 100% Potiguar - um palco dedicado à música autoral potiguar. "Passados três anos e com o Poticanto em férias, cedi ao desejo de ressuscitaraquilo que fazíamos pelo tesão de fazer: o projeto multicultural Uma Lua na Rota do Sol, com Pedro, Geraldo e eu". Pelo projeto já passaram músicos como Romildo Soares, Khrystal, Valéria Oliveira, Galvão Filho, Babal, Terezinha de Jesus, Erick Von Sohsten, Cida Airan, Rejane Luna, Sueldo Soaress, Cleudo Freire, a paraibana Cátia de França, e outros.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

O cogumelo Porcini ou Cep (Boletus edulis)

Enviado por Curupira
Edição: Meider Leister


O cogumelo Porcini ou Cep (Boletus edulis) é consumido principalmente na Europa. Seu píleo (chapéu) varia de 7 a 30 cm e seu talo de 8 a 25 cm, com até 7 cm de diametro,

Maduro podem pesar 1 kg, mas se utiliza os mais novos.

Encontrados na Europa e América do Norte, em árvores e frutificam do verão ao outono, na epóca das chuvas são constantes.

De sabor proximo à nozes e sua textura é lisa e cremosa. Pode ser consumido cru, refogado na manteiga, com massas, sopas e outros pratos.

O Porcini de Bordeaux (Cèpe de Bordeaux), nome científico é Boletus edulis.

Receita de risoto com cogumelo Porcine

Ingredientes
70g de cogumelo porcini
4 colheres (sopa) de manteiga
2 colheres (sopa) de azeite
2 colheres (sopa) de cebola ralada
350g de arroz arbório
¾ xícara de vinho branco seco
2 xícaras de caldo de galinha
3 colheres (sopa) de parmesão ralado
manjericão fresco, picado
Preparo
Deixe o cogumelo de molho em água por 20 minutos, depois pique em pedacinhos. Aqueça a metade da manteiga com o azeite e frite a cebola por alguns instantes. Junte o arroz, cogumelo escorrido e refogue por alguns
minutos. Acrescente o vinho e deixe que evapore em fogo alto. Junte aos poucos o caldo de galinha fervente, mexendo por 20 minutos, em fogo médio. Retire do fogo, junte o resto da manteiga e o parmesão, misture bem, salpique com o manjericão e sirva.

Índio Cachoeira CD Violeiro Bugre

Por Meider Leister

Solos de Viola Caipira

José Pereira de Souza, o Índio Cachoeira, nasceu em 27 de julho de 1952 em Junqueirópolis SP, divisa com Mato Grosso. Aos oito anos de idade teve contato com a viola ouvindo um velho violeiro da região; sua mãe não gostava que ele ficasse nas rodas de viola e folia de reis, mas ele fugia de casa para ouvir de perto os ponteados.

Aos 17 anos começou sua vida profissional tocando nas rádios da região já com o nome de Cachoeira. Formou dupla com Tião do Gado (hoje Carreiro da dupla Carreiro e Carreirinho). Em 1995 tornou-se o Pelé da dupla Cacique e Pagé, onde atuou por cinco anos e gravou cinco CDs. Hoje faz dupla com Cuitelinho.

Verdadeiro virtuose da viola, trabalhou muito em estúdios, gravando com Rodrigo Mattos, Ronaldo Viola e inúmeras duplas que tantas seções, nem recorda mais de todos os discos que gravou.

Cachoeira é um dos principais violeiros em atividade no Brasil. Além disso, seguindo a tradição dos velhos violeiros, fabrica a sua própria viola e também outros instrumentos, como o que ele chama de Canaâ, umas pequena viola de 15 cordas, além de harpas, violões e cavaquinhos.

Para mim, a obra de Cachoeira é universal e sua musica, atemporal, como todas as grandes músicas. Ricardo Vignini, um dos mais influentes tocadores de Viola Caipira e produtor musical do Brasil, compreende que as tradições musicais não são algo do passado. São tão vitais e contemporâneas hoje quanto eram antigamente e conduzem a música a lugares novos e empolgantes. Felizmente, ele está levando a música inovadora e criativa de Cachoeira ao público de todo o mundo, através destas excelentes gravações. Tive o honra de receber a oportunidade de tocar com Cachoeira. Sem dúvida, foi uma experiência inspiradora. O que mais me marcou foi sua generosidade e desejo de se comunicar, improvisar e compartilhar sua música comigo. Uma experiência verdadeiramente emocionante e criativa.

Foi um previlégio conhecer esse verdadeiro cavalheiro, cuja música me dá vontade de dançar e me faz feliz. Woody Mann Cidade de Nova Iorque (Estados Unidos)

Apenas um pitaco

Quase nunca ouso escrever alguma coisa sobre os trabalhos que aqui publico, mas não consegui resistir à tentação diante tão bela e surpreendente obra, poucas vezes tive o prazer de me deparar com instrumentista de tamanho talento sensibilidade e poéticas musical, sem igual digno dos grandes concertistas tenho que concordar com Ricardo Vignini (a obra de Cachoeira é universal e sua música, atemporal, como todas as grandes músicas) este CD é sem duvida uma obra prima do gênero vale apena conferir, com certeza você vai se surpreender! Peninha

Azeite de Oliva

Fonte: Associação Brasileira de Produtores, Importadores e Comerciantes de Azeite de Oliveira

Edição: Meider Leister

Azeite de Oliva
O azeite é de uso milenar, não se sabe a sua origem. A Oliveira foi uma das primeiras arvores a ser cultivada há mais de 5.000 anos no Mediterrâneo Oriental e Ásia Menor. A palavra azeite provém do vocábulo árabe “Az-zait” que significa sumo de azeitona. Os fenícios, sírios e armênios foram os primeiros povos a consumi-lo, cabendo aos gregos e romanos levá-lo para a Europa e o Ocidente, permanecendo por séculos restrito aos povos do mediterrâneo. No século XVI os espanhóis introduziram o azeite no Peru, Chile e México e no século XVIII nos EUA.
Sua importância, ao longo dos tempos, resultou das múltiplas utilizações que lhe foram dadas na alimentação, medicina, higiene e beleza.

Os Mesopotâmicos untavam o corpo para se proteger do frio há mais de 5000 anos. A primeira classificação formal data do séc VII AC e era utilizado para o alívio da dor e cura de feridas, sendo muito utilizado nas guerras. Durante o Império Romano foi muito usado para amaciar a pele e os cabelos. Foi ainda combustível para iluminação, lubrificante para as ferramentas e alfaias agrícolas, impermeabilizante para fibras têxteis e elemento essencial em ritos religiosos. Porém o grande destaque da utilização do azeite, além da alimentação, foi na medicina. Na Grécia antiga, atletas já utilizavam o azeite como base para melhorar sua performance. Na época dos grandes descobrimentos, por volta do século XVI, o azeite era obrigatório nos navios, utilizado como base para o preparo de diversos medicamentos. Atualmente, diversas pesquisas comprovam os grandes benefícios que o azeite de oliva pode oferecer à saúde.
O que é o Azeie
O azeite de oliva é um tipo de óleo produzido única e exclusivamente a partir de azeitonas, fruto de uma árvore chamada oliveira. O nome "azeite de oliva" não pode ser utilizado nas misturas de azeite com outros óleos (esses são chamados de óleos compostos).
Tipos e Variedades
Existem cerca de 270 tipos de azeitonas e somente 24 são regularmente utilizadas na produção de azeites.
Cada país tem seu tipo característico:
• Espanha (Picual)
• Portugal (Galega)
• Argentina (Arauco)
O Azeite de Oliva é classificado com base nas suas características organolépticas (sabor e aroma), analíticas (acidez e outros dados químicos) e pelo processo extrativo e dividido, basicamente, em 3 Tipos:
Tipos de Azeite

AZEITE EXTRA VIRGEM
Obtido através da extração por processo de prensagem mecânica das azeitonas.
• Com aroma e sabor impecável, apresenta menos de 1% de acidez.

AZEITE VIRGEM
Obtido através da extração por processo de prensagem mecânica das azeitonas.
• Sabor e aroma marcantes com acidez abaixo de 2%.
AZEITE PURO
• Composto por azeite refinado e azeite virgem, apresentando menos de 1,5% de acidez.
As frações ob
tidas através da extração por processo de prensagem mecânica das azeitonas, que possuem acidez acima de 3,3% de acidez são refinadas para eliminação de defeitos, como acidez elevada e sabor e aroma desagradáveis. O azeite refinado é então utilizado para formar o Azeite de Oliva.
Azeite e saude
Azeite de Oliva rico em um tipo de gordura saudável!

A grande diferenciação e os benefícios de saudabilidade associados ao consumo do azeite de oliva está diretamente relacionado a sua composição que é rica em ácidos graxos monoinsaturados, como o ácido oléico, e baixo em saturados o que favorece o controle do colesterol, pois pode ajudar a reduzir o colesterol "ruim" (LDL) no sangue, mantendo o nível de colesterol "bom" (HDL). Desse modo permitindo um equilíbrio saudável entre os dois tipos de colesterol.
A presença de hidrocarbonetos (esqualeno) no azeite favorecem a excreção de toxinas, ajuda na saúde celular e tem efeitos anticarcinogênicos. Possui esteróis (ß-sitosterol) favorecendo a redução do colesterol e ajuda na prevenção e combate ao câncer (próstata, colon, mama), compostos fenólicos que inibem oxidação, reagem com radicais livres, inibindo a agregação plaquetária e previnem a oxidação do LDL e Contém vitamina E, um poderoso antioxidante.
O azeite de oliva,contribui na prevenção de algumas doenças.
Arteriosclerose
• Trombose
• Diabetes mellitus
• Doença biliar
• Pele (efeito protetor e tonificante)
• Cataratas e doenças oculares
• Mineralização óssea - Hipertensão
• Câncer (mama, próstata, trato digestivo)
• Aumenta a expectativa de vida (fortalece o sistema imunológico)
• Tem efeito positivo sobre a depressão
• Confere proteção contra a deterioração da função cognitiva (perda de memória)

Agricultura Urbana

Por Curupira
Edição: Meider Leister

Agricultura Urbana
Muitas pessoas conhecem, outras já ouviram falar, mas com certeza nunca viram ou ouviram agricultura urbana auto-suficiente, pois é isso mesmo em Olhos D’água – GO, além da agricultura urbana convencional que é praticada por alguns moradores que ocupam terrenos que os donos ainda não construíram suas casas, e numa espécie de parceria plantam milho mandioca abobora etc. além de produzirem, tornam a cidade mais limpa livrando do mato os terrenos desocupados e em troca melhoram um pouco a alimentação de suas famílias.
Bom mas isso todo mundo já conhece!
Mas Dona Divina e seu Jorge que nasceram e cresceram nesta pequena cidade do interior goiano fez muito mais, em um pequeno conjunto lotes eles produzem uma variedade incrível de produtos retirando deste pequeno espaço, muito do que utilizam em casa e ainda conseguem renda suficiente para manter a família inteira.

Numa área pequena dentro da cidade seu Jorge e dona Divina, montaram duas estufas onde produzem pimentão e no restante do terreno pimentas, Cumari, Malagueta e uma que tem um nome curioso Bunda de Velha, estes formam o carro Chefe da produção, e no restante do espaço que é integramente aproveitado eles produzem um pouco de cada coisa de forma bem integrada, pois nos reservatórios da água que é usada para irrigação também cria tilápia, conta com um galinheiro para produção de ovos e frango caipira, um pomar variado garante frutas o ano inteiro, parte da produção ela transforma, da pimenta em conservas a farinha e polvilho, das frutas geléias e doces é muito bom de ver que num espaço mínimo, dedicação e sabedoria se pode ter quase tudo que precisa para o uso domestico e ainda uma renda que garante uma vida digna.

Com a sabedoria e a simplicidades das pessoas do interior dona divina uma senhora de olhar esperto e rosto marcado pela vida, mas com a felicidade estampada no rosto, ao lado de seu Jorge pessoa de poucas palavras, mas muita iniciativa, transformou um quintal comum em um modelo de agricultura urbana.


Vale apena conferir, da só uma olhada na lista de produtos:

Pimentão
Pimentas cumari, malagueta e bunda de Velha
Alface
Couve
Cebolinha e coentro,
Pepino,
Abobora
Quiabo
Morango
Mandioca
Jiló
Milho
Gueiroba ou Guariroba (palmito amargo)
Açafrão
Chuchu
Tomate cereja
Alho
Feijão
Algumas variedades de banana

Manga
Abacate
Laranja
Jabuticaba
Morango
Maracujá
Graviola
Abacaxi
Café
Frango
Ovos
Peixe
Farinha
Polvilho
Doces
Geléias
Chapéu de fibra da bananeira

Ângela Madrilis

Por Curupira
Edição: Meider Leister


Ângela Madrilis

Terra, água, ar e fogo. Até dominar a alquimia dos elementos que transforma a cerâmica em peças reluzentes e coloridas.
Ângela traz o dom da pintura; é uma artista visual que explora as técnicas e desenhos na cerâmica e porcelana, transforma as peças simples e básicas em verdadeiras obras de arte, ela pinta por prazer e amor ás cores, transformando sonho em realidade.
"Amar é tudo, o mais é nada". - Eça de Queiróz

Fotos: Alan Madrilis


Copyright©| Desde 2008 | AGUA BOA NEWS COMUNICAÇÃO LTDA | Template customized by Michel Franck

Início