sábado, 22 de novembro de 2014

Da droga para a lama: imagens chocantes mostram a destruição física de viciados

Publicado originalmente em 25 de julho de 2011 na Revista Veja
 
Depois de algum tempo, os cabelos já não são os mesmos. O rosto perde a cor. As bochechas somem. Os dentes caem.  A pele ganha manchas, olheiras, rugas, machucados. Os olhos perdem completamente o brilho.
  
Esses são os efeitos físicos mais visíveis causados pela uso de uma drogas muito pesada, que vicia rapidamente e de cuja dependência é muito difícil curar-se: a metanfetamina – como você pode ver nas chocantes imagens abaixo.

As fotos à esquerda mostram viciados em drogas ao serem presos pela primeira vez.

As da direita revelam as mesmas pessoas algum tempo depois, durante a segunda, terceira ou quarta passagem pela cadeia. As imagens foram organizadas pelo gabinete do xerife do Condado de Multnomah, no Estado de Oregon, nos Estados Unidos, com o objetivo de alertar a população para os efeitos reais das drogas.
E são apenas os efeitos físicos. Imaginem os efeitos psicológicos. Assustador, não?!

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Fotos com diferença de 7 anos
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Diferença de 3 anos
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Diferença de 3 anos
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Diferença de  4 anos
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Diferença de 2 anos
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Diferença de 4 anos

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Diferença de 7 anos
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Diferença de 6 meses
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Diferença de 4 anos
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Diferença de 11 anos
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Diferença de 8 meses
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Diferença de 1,5 anos
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Diferença de 2,5 anos
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Diferença de 1 ano
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Diferença de 3 meses

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

ANSA BRASIL: Rosetta se prepara para pouso histórico em cometa

Sonda europeia está prestes a realizar aterrissagem em astro

Sonda Rosetta foi a primeira a entrar na órbita de um cometa (foto: ANSA)
Sonda Rosetta foi a primeira a entrar na órbita de um cometa (foto: ANSA)
12 Novembro, 14:04ROMAZLR
(ANSA) - A Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) deu o primeiro sinal para a aguardada aterrissagem de um robô levado pela sonda Rosetta no cometa 67P/Churyumov-Gerasimenko.

    Os dados relativos à velocidade do veículo e à sua posição em relação ao astro permitem planificar todas as etapas necessárias para executar o pouso.

    No entanto, durante a madrugada serão dadas novas confirmações, que culminarão nesta quarta-feira (12) na autorização definitiva para a aterrissagem, a primeira da história em um cometa. Quando chegar a hora, a sonda vai liberar o robô Philae, que sozinho começará a descer rumo à superfície do 67P/Churyumov-Gerasimenko. A expectativa é que a operação dure até sete horas, e o módulo irá tirar fotografias e amostras do astro.

    Lançada no dia 2 de março de 2004, Rosetta já alcançou uma distância de 511 milhões de quilômetros da Terra. Em maio passado, ela começou a manobra de aproximação que a tornou, em agosto, o primeiro veículo espacial a entrar na órbita de um cometa. (ANSA)

domingo, 2 de novembro de 2014

FOTOS DAS MAIORES COBRAS JÁ VISTAS NO MUNDO!

Fonte: Tranqueira TV

PIRAIBA 215 KG maior peixe de couro de água doce do Brasil

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

O Brasil Grande e os Índios Gigantes. Documentário. Instituto Socioambiental, 1995


Pedro Martinelli

As primeiras imagens dos Panará (Krenakore)

Ver arquivo de fotos AQUI

As fotografias mais conhecidas dos índios Panará, também conhecidos como Krenakore ou Kranhacãrore, foram feitas pelo fotógrafo Pedro Martinelli (1950). Pedro começou sua carreira no final dos anos 1960, em São Paulo, como repórter fotográfico na Gazeta Esportiva e no Diário do Grande ABC. Em 1970, foi morar no Rio de Janeiro, onde trabalhou nos jornais O Globo e Última Hora.
No ano seguinte foi enviado pelo O Globo à região do rio Peixoto de Azevedo, na fronteira do Mato Grosso com o Pará, para acompanhar a expedição chefiada pelos irmãos Cláudio e Orlando Villas Bôas em busca dos chamados “índios gigantes”, que só foram contatados quase três anos depois. Na mesma expedição se encontrava o fotógrafo italiano Luigi Mamprin, que trabalhava para a revista Realidade.
Em 1975, tornou-se fotógrafo do Palácio do Governo de São Paulo. Dois anos depois, começou a trabalhar na revista Veja, onde foi fotógrafo e editor. No período de 1983 a 1994, tornou-se diretor do Serviços Fotográficos do Estúdio Abril.
Desde então, trabalha exclusivamente como fotógrafo independente, focado na documentação dos habitantes da Amazônia.
Ainda que a questão indígena não seja o foco central de sua obra, mas o homem amazônico em geral, suas fotografias entre os Panará possuem grande relevância histórica por terem documentado a saga deste povo em dois momentos cruciais de sua trajetória: o do primeiro contato, em 1973, e o do retorno às suas terras de origem, em 1995, após terem passado 22 anos vivendo “exilados” no Parque Indígena do Xingu.

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