Jogo zerado em Várzea Grande: nova eleição. Veja o que saiu nos jornais.

Maksuês Leite, Chica Nunes e Walter Rabello optaram por se ausentar das sessões de ontem da AL
MAURICIO BARBANT/DC
Milhares de panfletos contra o deputado Maksuês Leite (PP) foram lançados ontem nas ruas de Várzea Grande
JULIANA SCARDUA
Da Reportagem
Denúncia, acusação e cassação afastaram temporariamente três deputados estaduais das atividades parlamentares. Maksuês Leite (PP), que enfrenta forte pressão ante a retirada de candidatura a prefeito, Walter Rabello (PP), com o mandato cassado pela Justiça Eleitoral, e Chica Nunes (PSDB), alvo de inquérito policial, faltaram a sessões da Assembléia ontem, num recuo ‘estratégico’ dos holofotes.
Ontem, Maksuês era o ator central do mais novo episódio no currículo dos três parlamentares citados. Milhares de panfletos contra o deputado foram espalhados pela cidade com o seguinte dizer: “A política em Várzea Grande tornou-se um grande negócio! Vendeu sua dignidade e traiu a consciência de seu povo!”. No mesmo material, uma montagem estampava a foto de Maksuês com uma placa sob o rótulo “vendido”.
O panfleto anônimo despontou como reação à desistência da candidatura de Maksuês à prefeitura de Várzea Grande. Até então líder nas pesquisas de intenção de voto, ele acabou por aceitar a composição política com o ex-conselheiro Júlio Campos (DEM), que almeja o retorno ao Paço Couto Magalhães.
O fato dominou os comentários pelas ruas de Várzea Grande e Cuiabá ontem e ecoou nos bastidores da Assembléia Legislativa. Informações extra-oficiais dão conta de que uma equipe de pesquisadores contratados por Júlio, com a ciência de Maksuês, entra hoje em campo para tentar mensurar o impacto do recuo do parlamentar na corrida sucessória na Cidade Industrial.
Enquanto Maksuês amarga parcela de rejeição à decisão ao apoio a Júlio Campos, os colegas de Assembléia Walter Rabello e Chica Nunes enfrentam em paralelo ‘fantasmas’ na cena política. Chica Nunes é suspeita de articular esquema de desvio de recursos dos cofres da Câmara de Cuiabá na ordem de R$ 6,695 milhões, no período em que presidiu o Legislativo municipal. Ontem, novos depoimentos sobre o caso foram colhidos na Delegacia Especializada de Crimes Contra a Administração Pública e Fazendária.
Por sua vez, Rabello se concentra neste momento na investida em tentar reverter a cassação do mandato sentenciada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) por infidelidade partidária. A perda de mandato foi decretada há duas semanas, por unanimidade pelo Pleno da Corte regional. A Mesa Diretora da Assembléia Legislativa já foi notificada da decisão. De acordo com informações da Casa, o caso está sob os cuidados da Procuradoria do Parlamento.
A delicada situação enfrentada pelos três deputados, cada qual à sua maneira, ganha destaque na mídia local nos últimos dias. Na tribuna da Assembléia, ao menos ontem, deputados se esquivavam em tecer qualquer comentário à crise política enfrentada pelo trio.(Diário de Cuiabá) 
Aposta - Tem gente que duvida que Maksuês Leite vá conseguir convencer o eleitorado de que fez o melhor por Várzea Grande no corpo-a-corpo que começou a fazer pelas ruas. Alguns telefonemas para a Redação ontem informavam repúdio.
Jogo zerado - A eleição em Várzea Grande ganhou dimensão como antes não esperavam as principais lideranças políticas envolvidas no processo. Vai ser uma batalha pelo voto de muita boataria e intimidação, como foi o processo que elegeu Murilo Domingos (PR) em 2004. Não custa lembrar que na semana da votação, naquele ano, até outdoors foram serrados na cidade para impedir mensagem eleitoral. A população só espera que a Cidade Industrial não seja tratada como curral de fazenda. Vem jogo duro por aí?
( A Gazeta )
Jogo duro, também como as eleições de 1996, 1992...1982?
Ele ( Maksuês Leite-PP ) cometeu suicídio político. Assassinou sua história. Esse homem que ninguém quer mais votar foi o homem que Júlio levou. Então não levou nada. Melhor que ele vá mesmo.
Serginho Carismático, vereador do PT
Maksu-ex vira chacota na Assembléia
quarta-feira, 28 de maio de 2008 | 12:22
O deputado Gilson de Oliveira de Sinop, colega de bancada de Maksu-ex, não resistiu ao encontrá-lo nos corredores da Assembléia Legislativa e provocou: “E aí Maksu-ex, o Roberto Dorner recebeu dois milhões”?
Nervoso, o defunto político, como Maksu-ex se intitula fez ameaças: “eu dou porrada, não vou admitir isso”. Alguns colegas que presenciaram a cena pediram ao deputado muita calma, sugerindo até que ele tirasse férias para gastar um dinheirinho.
Comentário meu: dinheirinho?

Este é o folheto apócrifo contra o deputado Maksuês Leite (PP) que está circulando pelas ruas de Várzea Grande. O jogo duro da política se mostra para o parlamentar . O seu gesto de renúncia da candidatura para cair no colo de Júlio Campos (DEM), considerado uma traição aos partidos que o apoiavam e aos eleitores que acreditavam nele, ao que se vê não sairá barato. O desgaste do parlamentar do PP veio a galope.
Fonte PNB online,Diário de Cuiabá,A Gazeta,RDNews.
Postagem de Kassu
AGUABOANEWS

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