Pequi é utilizado para reflorestar áreas degradadas no cerrado em Mato Grosso.
ROSANA PERSONA /Empaer/MT - Conforme decreto do Governador Blairo Maggi, o pequi é considerado uma das árvores símbolos de Mato Grosso, representando o bioma cerrado. É uma frutífera que representa os costumes, tradição e culinária do Estado. A pesquisadora da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Lozenil Carvalho Frutuoso e o biólogo, João Bosco Pereira, implantaram unidades demonstrativas para avaliar o comportamento de cinco espécies frutíferas que serão utilizadas para reflorestamento de áreas degradadas e para consumo humano e animal.
O presidente da Associação de Fruticultura do Estado e proprietário da fazenda Estância 13, Duílio Maiolino Filho, reservou uma área de aproximadamente um hectare para o plantio das espécies nativas do cerrado: pequi, cagaita, jatobá, jenipapo e cumbaru. A propriedade está localizada na estrada da Ponte Ferro, no município de Cuiabá. Segundo Duílio, o trabalho que os pesquisadores da Empaer vêm realizando é fundamental para produção de mudas de qualidade e melhoramento das espécies.
As unidades foram implantadas há mais de 10 anos. A análise nos experimentos foi feita desde a coleta no campo, plantio e desenvolvimento da planta – altura, espessura do tronco, adubação e outros. Lozenil explica que não existem no Estado grandes produtores de pequi e que tem potencialidade e demanda para a cultura, todavia a produção da fruta ainda é nativa.
Uma árvore de pequi produz em média dois mil frutos por ano, e começa a produzir no quinto ano, após o plantio. Os experimentos na propriedade já atingiram de 400 a 500 frutos por ano e a expectativa é que atinja a média de produção. A pesquisadora informa que a maturação do fruto em Mato Grosso é tardia, começando em janeiro e encerrando em março. “Então, todo o pequi que está sendo comercializado na capital é oriundo do Estado de Goiás”, ressalta.
O pequi comercializado no Estado é todo coletado no chão, apresentando frutos maduros e prontos para o consumo. “Escolhemos essas frutíferas nativas para que possamos acompanhar o seu desenvolvimento, seja na produção de mudas ou de frutos. O projeto foi aprovado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) com recursos do Programa de Desenvolvimento Agro-Ambiental (Prodeagro)”, esclarece a pesquisadora.
O proprietário enfatiza que esse projeto deve ser apresentado aos produtores rurais para que utilizem mudas do cerrado para reflorestamento de áreas degradadas. Ele acredita que por intermédio do trabalho da pesquisa poderá obter resultados plausíveis, produtivos e ainda preservando espécies nativas.
Utilidades – A semente do pequi é usada como expectorante e as folhas regulam o ciclo menstrual. Frutuoso fala que as castanhas e as folhas produzem um corante amarelo muito utilizado nos curtumes. O pequi tem também função medicinal, sendo rico em vitamina E. Duílio lembra que o fruto do pequi é um afrodisíaco que proporciona o aumenta na taxa da natalidade.
Os frutos do pequi do Estado de Mato Grosso serão comercializados nos meses de janeiro a março.
O presidente da Associação de Fruticultura do Estado e proprietário da fazenda Estância 13, Duílio Maiolino Filho, reservou uma área de aproximadamente um hectare para o plantio das espécies nativas do cerrado: pequi, cagaita, jatobá, jenipapo e cumbaru. A propriedade está localizada na estrada da Ponte Ferro, no município de Cuiabá. Segundo Duílio, o trabalho que os pesquisadores da Empaer vêm realizando é fundamental para produção de mudas de qualidade e melhoramento das espécies.
As unidades foram implantadas há mais de 10 anos. A análise nos experimentos foi feita desde a coleta no campo, plantio e desenvolvimento da planta – altura, espessura do tronco, adubação e outros. Lozenil explica que não existem no Estado grandes produtores de pequi e que tem potencialidade e demanda para a cultura, todavia a produção da fruta ainda é nativa.
Uma árvore de pequi produz em média dois mil frutos por ano, e começa a produzir no quinto ano, após o plantio. Os experimentos na propriedade já atingiram de 400 a 500 frutos por ano e a expectativa é que atinja a média de produção. A pesquisadora informa que a maturação do fruto em Mato Grosso é tardia, começando em janeiro e encerrando em março. “Então, todo o pequi que está sendo comercializado na capital é oriundo do Estado de Goiás”, ressalta.
O pequi comercializado no Estado é todo coletado no chão, apresentando frutos maduros e prontos para o consumo. “Escolhemos essas frutíferas nativas para que possamos acompanhar o seu desenvolvimento, seja na produção de mudas ou de frutos. O projeto foi aprovado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) com recursos do Programa de Desenvolvimento Agro-Ambiental (Prodeagro)”, esclarece a pesquisadora.
O proprietário enfatiza que esse projeto deve ser apresentado aos produtores rurais para que utilizem mudas do cerrado para reflorestamento de áreas degradadas. Ele acredita que por intermédio do trabalho da pesquisa poderá obter resultados plausíveis, produtivos e ainda preservando espécies nativas.
Utilidades – A semente do pequi é usada como expectorante e as folhas regulam o ciclo menstrual. Frutuoso fala que as castanhas e as folhas produzem um corante amarelo muito utilizado nos curtumes. O pequi tem também função medicinal, sendo rico em vitamina E. Duílio lembra que o fruto do pequi é um afrodisíaco que proporciona o aumenta na taxa da natalidade.
Os frutos do pequi do Estado de Mato Grosso serão comercializados nos meses de janeiro a março.


Postar um comentário