quarta-feira, 13 de maio de 2009

Triêro lança CD e cai na estrada com o Projeto Pixinguinha

Por O Documento com adptação de Kassu - 13/05/2009 às 08h01
Agua Boa News



Apresentação do grupo em Água Boa

O grupo Triêro iniciou no último dia 1º a turnê do show “Trem que cansa é andar na linha” que faz parte do Projeto Pixinguinha. A turnê começou em Ribeirão Cascalheira e seguiu para Água Boa, Nova Xavantina, Cuiabá e Chapada dos Guimarães. Em cada cidade acontece um show e uma oficina de confecção de instrumentos com bambu e um cortejo. O Projeto Pixinguinha foi criado em 1977 para difundir e formar platéias da música brasileira através da circulação nacional de espetáculos. É uma iniciativa do Ministério da Cultura, gerenciado pela Funarte (Fundação Nacional das Artes), que tem por objetivo promover o intercâmbio de espetáculos de música popular entre as diversas regiões do país.

O show, além das músicas, leva ao público um espetáculo completo proporcionado pela Cia Volta Seca que deve envolver qualquer espectador. O projeto viabilizou, além das apresentações, a gravação e distribuição de um CD, homônimo ao show, que apresenta 12 músicas inéditas do grupo. O CD será lançado com o primeiro show da turnê, em Ribeirão Cascalheira, no dia 1º e virtualmente no MySpace da banda (www.myspace.com/grupotriero).

Cinco das músicas novas – e inéditas – estão no show, que se completa com outras 10 músicas selecionadas entre os dois primeiros álbuns da banda e dois pout-pourri, um de sambas de coco e outro de pífanos. Por aí, já se percebe que a grande influência do Triêro são a música e o folclore regionais. Elementos explorados tantos nas letras quanto nos instrumentos escolhidos que variam entre flautas de bambu, feitas por eles mesmos, latas, violas, atabaques, alfaias e diversos outros instrumentos que vêm de todas as partes do país.

Influências – O CD e, consequentemente, a turnê “Trem que cansa é andar na linha” apresentam mais sambas do que os álbuns anteriores, que tinham ligação mais íntima com a catiras, catimbó e maracatu.

Os instrumentos e a vivência com as culturas populares foram adquiridas no estilo de vida que se aproxima do mambembe, já que os integrantes praticamente não tem residência fixa e passam a maior parte do tempo viajando entre uma apresentação e outra.

As viagens também que levaram o Triêro a escolher as cidades de Ribeirão Cascalheira, Água Boa, Nova Xavantina Chapada dos Guimarães e Cuiabá para as apresentações do projeto. “A gente já se apresentou nesses lugares e teve uma resposta bem bacana do público. Além disso, a ideia do Pixinguinha é promover esse intercâmbio entre cidades, é por isso que em cada show tem um músico local convidado”, conta Anthony Brito, vocalista. Em Cuiabá, o baixista Samuel Smith foi escolhido e acompanha o Triêro em todas as viagens.

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