terça-feira, 11 de maio de 2010

Empréstimo bilionário para Copa é um "beco sem saída"

Essa tal copa do mundo em cuiabá vai comprometer o Vale do Araguaia e o Nortão, os
investimento em asfaltamento de estradas, segurança, saude e educação vai ficar
prejudicado.

Gente,vamos ficar de olhos bem aberto, vai sobrar de novo pra nós aqui do Araguaia.
o Blairo, Sinval e os deputados não mora aqui, no Araguaia.

Gente tem que ter alguém para ver este empréstimo, pois MT não tem condições financeiras de arcar com esta obrigação. Se este empréstimo fosse para a saúde e segurança não seria melhor para a população de MT? Deputado este empréstimo pode ser uma ida sem volta para MT e sua população. Vamos impedir que isto aconteça.


O relator do pedido de empréstimo bilionário do Estado ao Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) para a execução obras voltadas à realização da Copa do Mundo em Cuiabá, deputado estadual Maksuês Leite (PP), se considera em um ‘beco sem saída’, quanto ao parecer final sobre essa solicitação, quase impossibilitado de ser contrário à contratação do financiamento.

“Estou em um ‘beco sem saída’. Se eu der um parecer contrário a esse empréstimo, a Copa do Mundo simplesmente não acontece em Cuiabá. Se o parecer for favorável estaremos comprometendo toda a capacidade de endividamento do Estado por muito tempo”, ponderou o parlamentar.

A Agência Executora da Copa (Agecopa) solicitou um financiamento de R$ 1.114.000.000,00 (Um bilhão e cento e quatorze milhões de reais) ao BNDES. É a maior cifra já pretendida por Mato Grosso através de empréstimo. Essa verba deverá custear a execução de praticamente todas as obras relacionadas à Copa do Mundo.

Separadamente, são R$ 458 milhões para obras de mobilidade urbana – corredores para o Ônibus Rápido de Transporte, viadutos e outras adaptações viárias. Outros R$ 406 milhões serão destinados à construção do novo estádio cujas obras já foram iniciadas. E ainda R$ 250 milhões servirão ao setor de turismo.

O pedido de empréstimo está sendo analisado pela Comissão de Fiscalização Orçamentária da Assembléia Legislativa. Como relator da solicitação, cabe a Maksuês escrever um relatório com um parecer favorável ou contrário ao financiamento, além de redigir o texto que irá normatizá-lo – juros máximos aceitos, valor e quantia de parcela, etc.

“É muito difícil e extremamente preocupante (ser o relator do empréstimo para a Copa)”, resume o parlamentar progressista. Prova dessa preocupação é o fato dele ter contratado dois economistas, um tributarista e um advogado especializado em gestão pública para auxiliar a análise.

O motivo de toda essa apreensão, segundo o próprio deputado, é o escândalo proveniente do último grande empréstimo contraído pelo governo, quando R$ 250 milhões foram utilizados para comprar, a valores supostamente superfaturados em pelo menos 16%, as 705 máquinas do programa “Mato Grosso 100% Equipado”.

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