quinta-feira, 3 de março de 2011

Marolo vira objeto de estudos da Universidade Federal de Alfenas

Globo Rural

O objetivo é descobrir maneiras de conservação e aproveitamento da fruta. O marolo garante a renda de diversas famílias do sul de Minas Gerais.

O marolo amadurece entre os meses de fevereiro e abril. Nesse período, várias barracas são montadas na BR-491, em Paraguassu.
Apesar da importância econômica do marolo para muitas famílias da região, ainda são poucos os estudos sobre a fruta tanto do cultivo e da colheita como da forma de preparo. Por isso, essa fruta típica do cerrado foi parar no laboratório num projeto de pesquisa da Universidade Federal de Alfenas.

Os pesquisadores querem conhecer as formas de consumo e de conservação pós-colheita. “A partir dos resultados, a gente pode levar até o produtor e ele, junto com suas associações, organizar-se para poder viabilizar isso para o consumidor”, disse a nutricionista Flávia Della.

Muitas novidades estão por vir. Marolo em pó e desidratado são os primeiros passos para desvendar o potencial desta fruta de aroma marcante e sabor forte. “Isso é muito importante para a nossa cultura, para a nossa região”, completou Flávia Della.

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