CARAVANA ARCOIRIS POR LA PAZ
ANTECEDENTESA ONG CARAVANA Arcoiris POR LA PAZ é um projeto itinerante de apoio ao desenvolvimento social através de voluntariado internacional, fundado em 1996 no México, registrado na Espanha no ano 2000 e reconhecido em Madrid pelos consulados do Perú, Chile, Bolívia, Argentina e Brasil.
Ao longo de nove anos de recorrido por dezessete países latinoamericanos, a bordo de seus coloridos ônibus La Caravana há mantido um firme compromisso de colaborar com a sensibilização e educacação de milhares de pessonas nos temas de preservação do Meio Ambiente e dos valores que nos herdam as Culturas Originárias do nosso continente.
METODOLOGIAA Caravana utiliza para realizar seu trabalho: Produções artísticas originais de teatro, dança, música e artes circenses. Produções de audiovisuais, livros e vídeos documentais com fins educativos.
Palestras, oficinas e cursos especializados em temas afins a sua missão.Organização de eventos de alcance internacional, denominados Conselhos de Visões para a Açaõ Biorregional; verdadeiros fórums vivenciais nos quais representantes de comunidades e povos indígenas, movimentos de paz, organismos ambientalistas, redes de troca social e espiritual, e artistas de distintos lugares do mundo se encontram para compartilhar suas experiências em acampamentos ecológicos que a Caravana desenha seguindo pautas Permaculturais e que denomina ALDEIAS TEMPORÁRIAS DE PAZ.
Estas Aldeias hão permitido que entre 800 a 1000 participantes cada vez, provenientes das mais diversas orígens étnicas e culturais, hajam tido a oportunidade de reunir-se a intercambiar suas experiências no México (1996), Venezuela (1997), Colômbia (1999), Equador (2002), Perú (2003), Chile (2004-2005) e mais recentemente na Chapada dos Veadeiros, Goiás, durante o mês de Setembro de 2005 aqui no Brasil.
APOIOS INSTITUCIONAISGlobais:
Gaya Trust, Global Ecovillage Network, Ecovillage Network of the Americas, Bioregional Congress of the North, WWF e outros. Locais: Ministério do Meio Ambiente de Colombia, Departamento de Cultura e Educação dos EUA, Conselho Nacional da Cultura e das Artes do Chile, Congresso da República da Venezuela, Subcomissão de Comunidades Indígenas da Câmara de Deputados da Venezuela, Ministério do Turismo do Perú, etc.
Biorregionais:
Universidades, centros culturais e educativos, ONGs, prefeituras e municípios de cada uma das cidades visitadas.
O trajeto da Caravana tem sido e é constantemente coberto pelos meios locais e nacionais de comunicação e por programas especiais de canais internacionais como HBO Ole, Infinito e Univision, entre outros. Conta também com sua própria página web www.lacaravana.org e produtora de vídeo-documentais.
RECURSOS TÉCNICOS E HUMANOS
Infra-estruturaO s ônibus convertidos em casas rodantes, marcas Chrevrolet 84 e Ford 81.Um trailer equipado com um sistema de energia solar e cozinha móvel. Um reboque que leva a tenda de circo com capacidade para 500 pessoas.
Equipamentos de som, luzes, cortinas, trapézio, vestuários para teatro.Equipamentos de projeção: Para audiovisuais, slides, acetatos, projetores, VHS, DVD, monitor de TV. Equipo de computação: 2 laptops, 2 scanners, disco rígido externo, queimador de CDS, impressora.Equipamento de fotografia, fixa e de vídeo digital.Banco de imagens e de dados: Oito mil slides, videoteca, e centos de artículos de jornais e cartas de reconhecimento de instituções com as quais a Caravana há colaborado desde sua partida.
Equipe humanaConsiste num grupo internacional de 20 a 30 voluntários com distintos ofícios, profissões e idades, que emprestam seus serviços tanto à organização como ao planeta, e que recebem um treinamento único para converterem-se nos líderes e empresários sociais do amanhã.
CONCLUSÃO
Com mais de 9 años de experiência, a Caravana Arcoíris por la Paz é um dos projetos sócio-culturais mais originais que existe na América Latina: Por sua condição itinerante e sua capacidade de chegar tanto às comunidades rurais e indígenas maiss apartadas e carentes, como também a grandes centros culturais urbanos euniversitários de todo nível.
Pela versatibilidade de seus trabalhos no campo social, educativo e artístico. Por ser uma verdadeira escola formadora de vida, tanto para os tripulantes como para todo tipo de públicos.
Por sua capacidade de criar e fortalecer redes de troca através das fronteiras políticas, étnicas, geográficas ou sociais.Pelo atrativo que oferece aos meios de comunicação e o alcance que através deles suas mensagens tem.Pela qualidade humana de seus integrantes, entregados a um serviço desinteressado pelo planeta e a humanidade.
Por ser um exemplo na vida diária, de coexistencia e cooperação inter-nacional e intercultural, de pessoas com uma visão ecumênica e uma missão de alto altruísmo, bases para a construção de uma verdadeira Cultura de Paz planetária.
Um cidadão planetário
Ele já foi chamado de nômade, cigano, andarilho. O mexicano Alberto Ruz, de 62, prefere ser definido como ‘um cidadão planetário’. Formado em economia e ciências políticas, ele escolheu viver correndo o mundo.
O líder da Caravana Arco-Íris pela paz, há 13 anos pegou a estrada para percorrer a América Latina com uma missão: pregar a mensagem de paz e de preservação da natureza. Alberto acredita que a violência contra o planeta pode levar à destruição.
A caravana é uma escola viva. Os cidadãos planetários (20 pessoas, de 10 países) praticam o que pregam. Eles acampam em Pernambuco durante os meses de abril e maio e nos dois dias em que visitamos o grupo, pudemos ver que o esforço de todos em conquistar a simplicidade: viver com o necessário, não produzir resíduos, tirar da natureza mais do que é preciso.
As tarefas domésticas são dividas, os ensaios são exaustivos. Eles usam a arte como passaporte para entrar nas mais diferentes comunidades. Foi assim que conseguiram fazer a alegria dos moradores do Coque, um dos bairros mais violentos do Recife, onde opções de lazer são raras, diante do risco de se pisar lá. Os ambientalistas têm várias habilidades: são malabaristas, acrobatas, atores, dominam as artes circences.
Eles também carregam uma grande lona que é armada para públicos maiores. A troca cultural com as comunidades locais e a realização de oficinas ensinando reciclagem, compostagem, recuperação de áreas degradadas, construção de mandalas, de hortas orgânicas e inúmeras tecnologias alternativas para poupar a natureza, fazem parte do repertório dos cidadãos planetários.
Por onde passam, os artistas mambembes conseguem mostrar que um outro tipo de vida é possível e com um jeito criativo, alegre, simples.
Na lista de espera, 40 voluntários aguardam a chance de viajar com os ambientalistas. Eles são requisitados de acordo com a necessidade do grupo e as habilidades de cada um. A caravana consegue mostrar que para mudar o mundo é preciso, antes, mudar a si mesmo.
Confira momentos da passagem da Caravana Arco-Íris pela paz pelo Brasil e pelo Chile. Repare a trupe em frente ao Ministério do Meio Ambiente, em Brasília, ou com o ministro da Cultura Gilberto Gil e ainda em belos cenários da paisagem chilena.



Ao longo de nove anos de recorrido por dezessete países latinoamericanos, a bordo de seus coloridos ônibus La Caravana há mantido um firme compromisso de colaborar com a sensibilização e educacação de milhares de pessonas nos temas de preservação do Meio Ambiente e dos valores que nos herdam as Culturas Originárias do nosso continente.
METODOLOGIAA Caravana utiliza para realizar seu trabalho: Produções artísticas originais de teatro, dança, música e artes circenses. Produções de audiovisuais, livros e vídeos documentais com fins educativos.
Palestras, oficinas e cursos especializados em temas afins a sua missão.Organização de eventos de alcance internacional, denominados Conselhos de Visões para a Açaõ Biorregional; verdadeiros fórums vivenciais nos quais representantes de comunidades e povos indígenas, movimentos de paz, organismos ambientalistas, redes de troca social e espiritual, e artistas de distintos lugares do mundo se encontram para compartilhar suas experiências em acampamentos ecológicos que a Caravana desenha seguindo pautas Permaculturais e que denomina ALDEIAS TEMPORÁRIAS DE PAZ.
Estas Aldeias hão permitido que entre 800 a 1000 participantes cada vez, provenientes das mais diversas orígens étnicas e culturais, hajam tido a oportunidade de reunir-se a intercambiar suas experiências no México (1996), Venezuela (1997), Colômbia (1999), Equador (2002), Perú (2003), Chile (2004-2005) e mais recentemente na Chapada dos Veadeiros, Goiás, durante o mês de Setembro de 2005 aqui no Brasil.
APOIOS INSTITUCIONAISGlobais:
Gaya Trust, Global Ecovillage Network, Ecovillage Network of the Americas, Bioregional Congress of the North, WWF e outros. Locais: Ministério do Meio Ambiente de Colombia, Departamento de Cultura e Educação dos EUA, Conselho Nacional da Cultura e das Artes do Chile, Congresso da República da Venezuela, Subcomissão de Comunidades Indígenas da Câmara de Deputados da Venezuela, Ministério do Turismo do Perú, etc.
Biorregionais:
Universidades, centros culturais e educativos, ONGs, prefeituras e municípios de cada uma das cidades visitadas.
O trajeto da Caravana tem sido e é constantemente coberto pelos meios locais e nacionais de comunicação e por programas especiais de canais internacionais como HBO Ole, Infinito e Univision, entre outros. Conta também com sua própria página web www.lacaravana.org e produtora de vídeo-documentais.
RECURSOS TÉCNICOS E HUMANOS
Infra-estruturaO s ônibus convertidos em casas rodantes, marcas Chrevrolet 84 e Ford 81.Um trailer equipado com um sistema de energia solar e cozinha móvel. Um reboque que leva a tenda de circo com capacidade para 500 pessoas.
Equipamentos de som, luzes, cortinas, trapézio, vestuários para teatro.Equipamentos de projeção: Para audiovisuais, slides, acetatos, projetores, VHS, DVD, monitor de TV. Equipo de computação: 2 laptops, 2 scanners, disco rígido externo, queimador de CDS, impressora.Equipamento de fotografia, fixa e de vídeo digital.Banco de imagens e de dados: Oito mil slides, videoteca, e centos de artículos de jornais e cartas de reconhecimento de instituções com as quais a Caravana há colaborado desde sua partida.
Equipe humanaConsiste num grupo internacional de 20 a 30 voluntários com distintos ofícios, profissões e idades, que emprestam seus serviços tanto à organização como ao planeta, e que recebem um treinamento único para converterem-se nos líderes e empresários sociais do amanhã.
CONCLUSÃO
Com mais de 9 años de experiência, a Caravana Arcoíris por la Paz é um dos projetos sócio-culturais mais originais que existe na América Latina: Por sua condição itinerante e sua capacidade de chegar tanto às comunidades rurais e indígenas maiss apartadas e carentes, como também a grandes centros culturais urbanos euniversitários de todo nível.
Pela versatibilidade de seus trabalhos no campo social, educativo e artístico. Por ser uma verdadeira escola formadora de vida, tanto para os tripulantes como para todo tipo de públicos.
Por sua capacidade de criar e fortalecer redes de troca através das fronteiras políticas, étnicas, geográficas ou sociais.Pelo atrativo que oferece aos meios de comunicação e o alcance que através deles suas mensagens tem.Pela qualidade humana de seus integrantes, entregados a um serviço desinteressado pelo planeta e a humanidade.
Por ser um exemplo na vida diária, de coexistencia e cooperação inter-nacional e intercultural, de pessoas com uma visão ecumênica e uma missão de alto altruísmo, bases para a construção de uma verdadeira Cultura de Paz planetária.
Um cidadão planetário
Ele já foi chamado de nômade, cigano, andarilho. O mexicano Alberto Ruz, de 62, prefere ser definido como ‘um cidadão planetário’. Formado em economia e ciências políticas, ele escolheu viver correndo o mundo.
O líder da Caravana Arco-Íris pela paz, há 13 anos pegou a estrada para percorrer a América Latina com uma missão: pregar a mensagem de paz e de preservação da natureza. Alberto acredita que a violência contra o planeta pode levar à destruição.
A caravana é uma escola viva. Os cidadãos planetários (20 pessoas, de 10 países) praticam o que pregam. Eles acampam em Pernambuco durante os meses de abril e maio e nos dois dias em que visitamos o grupo, pudemos ver que o esforço de todos em conquistar a simplicidade: viver com o necessário, não produzir resíduos, tirar da natureza mais do que é preciso.
As tarefas domésticas são dividas, os ensaios são exaustivos. Eles usam a arte como passaporte para entrar nas mais diferentes comunidades. Foi assim que conseguiram fazer a alegria dos moradores do Coque, um dos bairros mais violentos do Recife, onde opções de lazer são raras, diante do risco de se pisar lá. Os ambientalistas têm várias habilidades: são malabaristas, acrobatas, atores, dominam as artes circences.
Eles também carregam uma grande lona que é armada para públicos maiores. A troca cultural com as comunidades locais e a realização de oficinas ensinando reciclagem, compostagem, recuperação de áreas degradadas, construção de mandalas, de hortas orgânicas e inúmeras tecnologias alternativas para poupar a natureza, fazem parte do repertório dos cidadãos planetários.
Por onde passam, os artistas mambembes conseguem mostrar que um outro tipo de vida é possível e com um jeito criativo, alegre, simples.
Na lista de espera, 40 voluntários aguardam a chance de viajar com os ambientalistas. Eles são requisitados de acordo com a necessidade do grupo e as habilidades de cada um. A caravana consegue mostrar que para mudar o mundo é preciso, antes, mudar a si mesmo.
Cliques da caravana
Confira momentos da passagem da Caravana Arco-Íris pela paz pelo Brasil e pelo Chile. Repare a trupe em frente ao Ministério do Meio Ambiente, em Brasília, ou com o ministro da Cultura Gilberto Gil e ainda em belos cenários da paisagem chilena.



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