sábado, 14 de fevereiro de 2009

Resumo de Notícias Agrícolas - 14/02/2009

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Edição e publicação de Kassu p/ AGUA BOA NEWS


Seleção de matérias que foram destaque em jornais de todo país

Fonte principal Agrolink



Exportações de MT cresceram 26% em janeiro, aponta Mapa
12/02
Entre os dez maiores estados, Mato Grosso registrou o maior incremento
Desempenho de Mato Grosso nas exportações do agronegócio foi o maior do Brasil em janeiro

Mariana Peres

Mato Grosso foi o segundo maior exportador nacional da pauta do agronegócio em janeiro com US$ 539,31 milhões, cifras 26,18% acima do contabilizado em igual período do ano passado. Segundo números divulgados ontem pelo Ministério da Agricultura, Pecuária a Abastecimento (Mapa), o Estado só perdeu para São Paulo que faturou US$ 961,18 milhões. Entretando, considerando os dez maiores exportadores do segmento no Brasil, Mato Grosso foi o único a apresentar expressivo incremento na comparação em as negociações realizadas em janeiro de 2008. Dos dez do ranking, somente Mato Grosso, Bahia e Alagoas tiveram desempenho positivo, com alta de 26,18%, 19,84% e 8,02%, respectivamente.

As exportações do agronegócio paulista, por exemplo, caíram 8,8%, para US$ 1,03 bilhão, e as importações do setor recuaram 29,2% e atingiram US$ 460 milhões em janeiro deste ano sobre janeiro de 2008, quando movimentaram, respectivamente, US$ 1,13 bilhão e US$ 650 milhões. De acordo com levantamento do Instituto de Economia Agrícola (IEA), com a forte redução das importações, o saldo da balança comercial do agronegócio de São Paulo atingiu US$ 570 milhões em janeiro de 2009, alta de 18,8% sobre igual mês do ano passado.

No caso de Mato Grosso, o desempenho positivo neste primeiro mês de 2009 possibilitou a ampliação da participação estadual nas vendas externas do agronegócio. Em janeiro de 2008 o Estado detinha 9,22% do total negociado com o mercado externo e fechou janeiro de 2009 com participação de 12,99%, evolução de 3,77 pontos percentuais. São Paulo abocanha 23% deste universo.

BRASIL - As exportações do agronegócio de janeiro, em moeda brasileira, totalizaram R$ 9,6 bilhões, valor 16,4% superior ao mesmo período do ano anterior, quando foram exportados o equivalente a R$ 8,2 bilhões. O superávit da balança comercial do agronegócio, em janeiro, registrou crescimento de 22%, alcançando o valor de R$ 7,8 bilhões. No mesmo período de 2008, o saldo positivo havia alcançado a cifra de R$ 6,4 bilhões.

Segundo os técnicos do Mapa, a valorização do dólar frente à moeda brasileira beneficiou o resultado da balança comercial do agronegócio no primeiro mês de 2009. De janeiro de 2008 a janeiro deste ano, a valorização da moeda norte-americana em relação ao Real foi cerca de 30%. "Considerando os valores em dólar, a queda dos preços médios internacionais das principais commodities exportadas pelo Brasil foi sentida pelos setores exportadores. As exportações de janeiro registraram queda de 10,4%, diminuindo de US$ 4,63 bilhões para US$ 4,15 bilhões. Mesmo assim o resultado da balança do agronegócio apresentou superávit de US$ 3,3 bilhões."

PRODUTOS - Os técnicos destacam que o complexo sucroalcooleiro apresentou excelente desempenho. "O valor das exportações do setor registrou crescimento de 64%, passando de US$ 402 milhões, em janeiro de 2008, para US$ 659 milhões no mês passado.

As exportações do complexo soja (grão, farelo e óleo) apresentaram redução de 9,1%, totalizando US$ 640 milhões. Na moeda brasileira, no entanto, houve aumento de 18,3% do valor exportado em janeiro, que chegou a R$ 1,5 bilhão. (Com Agência Estado)

Diário de Cuiabá


MT Floresta aplica R$ 6,1 mi em projetos
13/02
Vinte e oito municípios de Mato Grosso tiveram os recursos do Fundo de Desenvolvimento Florestal do Estado de Mato Grosso (MT Floresta) aplicados nos anos de 2007 e 2008, o equivalente a R$ 6,1 milhões. O programa auxilia na viabilização de projetos de reflorestamento e viveiros de mudas de essências florestais nativas e comerciais. Além disso, o MT Floresta é fundamental na recuperação das áreas degradadas e matas ciliares. Na cadeia da cultura da seringueira, por exemplo, o programa promove o reflorestamento estimulando a atividade comercial e valorizando o aspecto social atendendo as famílias de pequenos produtores rurais

Diário de Cuiabá



Agricultores familiares recebem 16 tratores em São José dos Pinhais/PR
13/02
Desde o início do programa, em outubro de 2007, o município recebeu 28 tratores


Agência Estadual de Notícias


O secretário da Agricultura e do Abastecimento, Valter Bianchini, e o coordenador do programa Trator Solidário, Francisco Carlos Simioni, entregaram, nesta quarta-feira (11), 16 tratores a agricultores familiares de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Alguns contratos foram coletivos, o que ampliou o benefício a 30 famílias.

De acordo com Bianchini, desde o início do programa, em outubro de 2007, o município recebeu 28 tratores. Em toda a RMC, que responde por cerca de 8% da demanda estadual, foram entregues 214 máquinas.

Em São José dos Pinhais, explicou o secretário, a área média das propriedades é relativamente pequena, com 12 hectares, com produção principalmente de hortifrutigranjeiros e leite. "O trator ajuda a melhorar a produtividade já que, na produção de hortaliças, por exemplo, sempre se está plantando, colhendo e preparando", disse.

Na cidade houve aquisição por grupos de produtores. "A ideia é que aqueles que não estão em grupos prestem serviço aos seus vizinhos. Além de aumentar sua renda, eles vão ajudar a melhorar a produtividade da região", acrescentou Bianchini. Segundo ele, a RMC deve receber, ainda este mês, cerca de 30 tratores.

FINANCIAMENTO - Os agricultores terão dois anos de carência e mais oito para pagar pelas máquinas, com taxa de juros de 1% a 5% ao ano, menores que as praticadas pelo mercado. O Governo do Estado garante o pagamento de equivalência-produto dos tratores. Nesse sistema, os agricultores calculam o débito inicial em sacas de milho e, caso ocorram diferenças no fim do contrato, o governo as cobre.

Os tratores foram adquiridos pelo Governo do Estado por pregão eletrônico com custo abaixo de mercado. No Trator Solidário, o preço é fixado em R$ 43.300,00 para o trator com 55 cv e R$ 52.900,00 para o com 75 cv. "No mercado, um trator de 75 cv custa em torno de R$ 75 mil, e um trator de 55 cv custa cerca de R$ 52 mil", comparou Simioni.

PEDIDOS - A Secretaria da Agricultura já entregou 2.750 tratores desde o início do programa, em outubro de 2007, e tem mais 1.500 pedidos de financiamento sob análise. "Se continuarmos assim, a previsão é de conseguirmos entregar 8 mil tratores até o fim de 2010", afirmou Simioni.

De acordo com Bianchini, em fevereiro, foram enviados aos bancos 800 nomes de interessados em adquirir os tratores. "A meta é chegar a 5 mil até o fim do ano", comentou.

Para atender à demanda, a montadora New Holland vai acelerar a entrega de tratores em 2009. Atualmente, a fábrica produz cerca de 250 unidades por mês e, desde o início do ano, já foram faturados 223 tratores, sendo três financiados pela Agência de Fomento, 193 pelo Banco do Brasil, 11 pela Cooperativa de Crédito Rural com Interação Solidária (Cresol) e 16 pelo Sistema de Crédito Cooperativo (Sicredi).

O Governo do Estado, através da Emater e em parceira com o Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural), abriu cursos de operação dos tratores. "Os agricultores devem procurar os escritórios da Emater ou os sindicatos da sua região. Existem vagas abertas desde agosto do ano passado e a procura é grande", explicou Simioni.

O coordenador lembrou ainda que, neste verão, se completará a primeira colheita de safra dos agricultores beneficiados. "É agora que começaremos a perceber os ganhos tanto na produtividade quanto na qualidade do produto. Outro aspecto fundamental, que não podemos esquecer, é a melhora da qualidade de vida do produtor", disse.

O programa Trator Solidário já beneficiou cerca de 4 mil famílias de agricultores familiares e os investimentos somam cerca de R$ 110 milhões em financiamentos.

A cerimônia de entrega dos tratores dessa quarta-feira (11) contou com a presença do vice-prefeito de São José dos Pinhais, Jairo Mello, do secretario municipal de Agricultura, Adriano Mühlstedt, e do chefe do núcleo da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento em Curitiba, Eduardo Dorneles, além de lideranças e agricultores da região.

Tribuna do Norte - Tribuna News



Brasil pode se tornar 2° exportador mundial de milho em 08/09
13/02
Reuters - Por um acidente climático na Argentina, o Brasil pode se tornar na temporada 2008/09, pela primeira vez, o segundo maior exportador mundial de milho, apontaram dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na terça-feira (10).

O USDA estimou as exportações argentinas em 08/09 em 7 milhões de toneladas, contra 10 milhões de toneladas previstas para as vendas externas do Brasil, que só ficaria atrás dos Estados Unidos, com exportações previstas em 45 milhões de toneladas.

O Brasil ficaria ainda à frente da Ucrânia, com vendas externas estimadas em 08/09 em 4 milhões de toneladas, da África do Sul, com exportações previstas em 2,5 milhões de toneladas, da União Européia (2 milhões) e até da China, que já foi um grande exportador, com embarques nesta temporada projetados em apenas 500 mil toneladas pelo USDA.

Uma seca na Argentina reduziu a safra, que ainda está em desenvolvimento, para 13,5 milhões de toneladas em 08/09, ante 16,5 milhões de toneladas na previsão de janeiro e contra 20,85 milhões em 07/08.

A produção do Brasil, com uma estiagem no final do ano passado nos Estados sulistas, também foi afetada, sendo reduzida agora em fevereiro pelo USDA para 49,5 milhões de toneladas (ante 51,5 milhões em janeiro e contra 58,6 milhões em 07/08).

Mas os brasileiros começaram 08/09 com grandes estoques da temporada anterior (de mais de 10 milhões de toneladas, segundo o Ministério da Agricultura), pois a safra 07/08 foi recorde e as exportações não foram tão brilhantes no ano passado.

E esse volume estocado da temporada passada e um consumo interno no Brasil em 08/09 entre um leve crescimento e uma estabilidade, segundo apontam alguns consultores, garantiriam oferta suficiente para as exportações previstas para o Brasil.

Mesmo o Ministério da Agricultura brasileiro, que vê crescimento no consumo interno em 08/09 para 46,7 milhões de toneladas (ante 44,5 milhões em 07/08), aponta exportações nacionais de 9 milhões de toneladas.

O Brasil consome internamente grande parte de sua produção, graças a sua forte indústria de carnes, exportando até poucos anos atrás apenas o excedente. Já a Argentina costuma exportar a maior parte do que produz.

NEM TANTO?

Mas uma fonte de uma trading internacional no Brasil, que quer ficar no anonimato, não tem tanta certeza de que os brasileiros poderiam passar os argentinos na exportação de milho.

Questionado sobre o assunto, ele respondeu: "Talvez sim, vai depender muito de como vai ser o clima para a safra da Europa (potencial comprador do milho brasileiro), ainda está muito cedo para falar alguma coisa".

No entanto, ele admitiu que a Argentina está com um "problemão".

"Os estoques de passagem (na Argentina) não são tão grandes como a gente pensava, a produção está ruim, mas ainda está muito cedo para falar sobre a exportação brasileira para este ano."

Outro fator que favorece o Brasil é o fato de a Argentina estar, no momento, com licenças suspensas de exportação, disse a fonte.

O trader disse que os negócios externos do Brasil, ao contrário do que ocorreu no final de 2008 e início de 2009, não estão tão aquecidos atualmente, com as cotações na bolsa de Chicago tendo recuado dos 4 dólares por bushel verificados no início do ano.

E o câmbio no Brasil também não está tão favorável para a exportação, em relação ao pico recente, que chegou a 2,5 reais em dezembro de 2008. Atualmente está na faixa de 2,2 reais.

O Brasil exportou 1,32 milhão de toneladas em janeiro, após ter exportado 1,36 milhão em dezembro. Veja mais detalhes nos links:

A programação de embarques para fevereiro, até o momento, indica embarques de pelo menos 500 mil toneladas, segundo um corretor de São Paulo.

Reuters


Acidente com silo soterra e mata dois operários/GO
13/02
Astrutura estava com 400 toneladas de soja. Dez pessoas trabalhavam no local

Karina Ribeiro
De Rio Verde


A base de um silo recém-construído, da Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano, (Comigo), que armazenava cerca de 400 toneladas de soja, 60% da capacidade máxima, rompeu. Com o acidente, dois dos dez trabalhadores da Montadora Rocha Ltda, empresa terceirizada que fazia a montagem dos silos, morreram soterrados.

Renato Dias Rocha, de 38 anos, foi encontrado quase cinco horas após o acidente, por volta às 13h45. Já o segundo corpo, Warley Henrique Laureano Borges, de 27, foi resgatado às 14h20. De acordo com o tenente do Corpo de Bombeiros Ronaldo Pimentel, a demora ocorreu em função do grande número de grãos no local e a ameaça de desabamento do silo. “Tivemos de ser precavidos para que um desastre maior não ocorresse”, explica e conta que um cão farejador foi utilizado para apontar a possível localização dos corpos.

A área era composta por quatro silos de nove metros de diâmetro cada – dois estavam com 60% da capacidade de armazenamento e os outros, vazios, em fase de montagem. No momento em que a base de um deles, suspensa a 4 metros de altura, rompeu, as 400 toneladas de soja que desabaram comprometeram a estrutura de um silo vizinho. Além disso, uma estrutura em comum dos quatro silos, o elevador, uma esteira que transporta os grãos do solo até o teto, despencou na segunda unidade destruindo a sua parede e fazendo jorrar cerca de 130 toneladas de soja.

Segundo Ulisses Lourenço, funcionário da Montadora Rocha e que trabalhava no momento do acidente, a soja começou a jorrar poucos segundos após ele escutar um estrondo. “Parte da estrutura do silo bateu em minha perna, a soja e a estrutura me jogaram para longe”, relembra.

Cerca de 300 pessoas entre funcionários, motoristas e brigadistas trabalharam com baldes, pás e outros objetos na tentativa de retirar a soja do local e facilitar o resgate dos corpos das vítimas. O trabalho só foi interrompido por volta das 11 horas, quando a área foi isolada para que um guindaste retirasse parte da estrutura que ameaçava desabar. Após esse trabalho, o guindaste permaneceu dando sustentação ao elevador do segundo silo atingido.

A Montadora Rocha Ltda foi contratada para fazer a montagem pela Comil Silos e Secadores Ltda, de Cascavel (PR). De acordo com a assesssoria de imprensa da Comil, a empresa está providenciando assistência para os familiares das vítimas e das outras quatro pessoas que tiveram ferimentos leves. Um especialista em cálculos e um engenheiro estão a caminho de Rio Verde e vão contratar um perito avaliar se a causa do acidente foi técnica ou operacional.

A Comigo, por meio de uma nota, lamenta “profundamente as mortes ocorridas dentro do pátio da cooperativa, dos dois funcionários que prestavam serviço a empresa”. A empresa atesta a chegada hoje de engenheiros e técnicos da empresa contratada para verificar o ocorrido.

O Popular


La Ninã deverá influenciar milho safrinha do PR, MS, MT e GO
13/02
De acordo com os meteorologistas da Somar, as últimas rodadas dos modelos de previsão climática, que simulam o comportamento do Oceano Pacífico equatorial, confirmam um novo episódio de La Niña. A previsão é de um fenômeno de fraca intensidade e de curta duração, devendo entrar em processo de enfraquecimento já em meados de maio e junho de 2009.

Essa condição climática prevista para 2009 é inversa ao observado no ano passado. O ano de 2008 começou sob as condições do La Niña e em seguida (março/abril) entrou em processo de transição para uma condição de neutralidade. Já o ano de 2009 começou com uma condição de neutralidade climática e daqui para frente passa a ter as influências de um novo fenômeno La Niña.

Veja os principais impactos desse cenário climático sobre o milho safrinha no Paraná e Mato Grosso do Sul.

Segundo Paulo Etchichury, sócio-diretor da Somar Meteorologia, especialista em climatologia, as condições de umidade do solo se mostram favoráveis à implantação da lavoura. Para ele, o fato do fenômeno La Niña ser de intensidade fraca e de curta duração, diminui o risco de problemas de falta de chuva que possa comprometer a produção da lavoura de milho safrinha deste ano. Mesmo assim, entre abril e maio se pode esperar uma redução das chuvas, que em parte será compensado pelas temperaturas mais baixas e que contribui para diminuir a evapotranspiração.

Já o risco de geadas aumenta com presença do La Niña, que pode ser maior ou menor, dependendo da data do plantio. A recomendação técnica para o Paraná e Mato Grosso do Sul, estabelece o limite até 10/15 de março. "Lavouras plantadas depois desse período devem ser consideradas de alto risco", alerta Etchichury.

MATO GROSSO E GOIÁS

As condições de umidade do solo também se mostram favoráveis à implantação da lavoura. Nesses Estados, a presença do La Niña está associada com a antecipação para abril do início do período seco, mas como o fenômeno deve ser de intensidade fraca e de curta duração, o risco de problemas de falta total de chuva já em abril é menor. Mesmo assim, a partir de abril se pode esperar uma redução das chuvas, com o risco do mês de maio ser seco. "Um fato que joga a favor, e em parte pode compensar a falta de chuva, é que temperatura em anos de La Niña é mais amena, principalmente a temperatura noturna. Isso favorece muito o desenvolvimento do milho, além de diminuir a evapotranspiração durante o dia", conclui o especialista.

Quanto às geadas, não há risco iminente para essas regiões. O frio se concentra mais nos meses de inverno, principalmente para o sul de Goiás, mas que não afeta a lavoura porque ela estará na sua fase final, que já não é suscetível a geadas.

Agrosoft...



Previsão de chuvas em MG, GO e MT deve antecipar plantio do milho safrinha
13/02 - 18:30

Um alerta para os produtores de milho safrinha nos estados de Minas Gerais, Goiás e Mato Grosso: o plantio deverá ser antecipado em decorrência de 40% de probabilidade de as chuvas ocorrerem acima da média no mês de março, período que deverá ser seguido por estiagens nos meses de abril e maio. O cenário deverá ser o mesmo para o Paraná, já que a colheita da soja também já foi antecipada. As previsões são do pesquisador da área de Agrometeorologia da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG), Williams Pinto Marques Ferreira. “Quem optar pelo plantio do milho safrinha nos próximos dias nestas regiões será favorecido”, reforça.

Segundo ele, as características climáticas em 2009 serão bem diferentes das do ano passado. “Pode-se esperar que devido ao fraco episódio do La Niña venha a ocorrer redução antecipada do período chuvoso em 2009, provocando um maior déficit hídrico em algumas regiões, o que normalmente ocorre somente no inverno, bem como a antecipação da chegada do frio”, analisa. O pesquisador reafirma que com a chegada antecipada do período de seca, o plantio do milho safrinha deverá se iniciar mais cedo principalmente na região Sul do país, reduzindo o risco da falta de água nas fases em que a planta mais precisa para seu desenvolvimento.

Já para a região Sul de São Paulo e para a região Sul do país, segundo Williams Ferreira, a situação é inversa. “Há 40% de probabilidade de chover menos que em outros anos, favorecendo a colheita de lavouras tardias de milho e soja”, explica. Para o Mato Grosso do Sul o cenário é semelhante. De acordo com o pesquisador, há 30% de chance de as chuvas ocorrerem abaixo da média normal do período e o frio poderá ser mais intenso que em outros anos.

El Niño e La Niña – Segundo o pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo, desde junho de 2008 as condições climáticas atuantes no país foram de neutralidade, o que significa que as características das estações de inverno e primavera foram típicas. “Não houve nenhuma interferência dos fenômenos El Niño ou La Niña, o que permitiu a ocorrência das fortes chuvas no final da primavera e no início do verão na região Sudeste e em parte das regiões Nordeste e Sul, que conviveu também com um grande período de estiagem”, diz.

Já a partir do início do verão de 2009, ocorreram mudanças nas condições de temperatura do Oceano Pacífico. De acordo com Williams, tais mudanças deram início a um período de transição climática, “o que caracteriza um fraco episódio do fenômeno La Niña, que deverá finalizar em meados de 2009”, prevê. Ainda segundo ele, mesmo que as atuais condições sejam características da ocorrência fraca de um La Niña, seu efeito só será sentido nos próximos meses, com mais intensidade no outono e inverno. “A razão é a própria inércia climática do fenômeno”, conclui o pesquisador. As informações são da Embrapa Milho e Sorgo.

Agrolink
Autor: Informações de Assessoria de Imprensa




Fronteira da Tecnologia leva conhecimento para agricultores do MT
13/02 - 18:15

A Monsanto lançou, em setembro, o projeto Fronteira da Tecnologia, com a participação de agrônomos e especialistas da empresa, que, em eventos de campo, realizam apresentações sobre plantio direto, manejo correto de soja RR, de resistência de plantas daninhas, culturas perenes, tecnologia de aplicação, entre outros assuntos agrícolas. Agora, o projeto chega ao Mato Grosso, na cidade de Primavera do Leste (14, 16 e 17/02). “O nosso principal objetivo neste projeto itinerante é levar conhecimento técnico ao agricultor, a respeito das principais tecnologias da Monsanto ligadas a Roundup®, como o correto manejo da Soja RR, de modo que ele possa aproveitar ao máximo todos os benefícios que os produtos podem proporcionar”, diz o gerente de produto de Soja da Monsanto, Fábio Sgarbi.

Até abril, um caminhão customizado com o logotipo do projeto percorrerá aproximadamente 17 mil quilômetros, atingindo produtores rurais de mais de 75 cidades em 11 estados. Quase seis mil produtores gaúchos, catarinenses, paranaenses, paulistas e sul-matogrossenses já participaram do Fronteira da Tecnologia nos 5,5 mil quilômetros percorridos nas primeiras etapas do projeto nas Regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste desde setembro de 2008. “Acreditamos que mais de 12 mil pessoas em todo o País serão beneficiadas pelas palestras apresentadas por nossos especialistas”, afirma Mateus Barros, gerente de Produto Roundup.

O Fronteira da Tecnologia é um evento-modelo, no qual o produtor conhece, durante quatro horas, as mais modernas técnicas agrícolas disponíveis no Brasil. O evento começa dentro do caminhão, transformado em uma moderna sala de cinema, onde o agricultor assiste a um filme com todos os pontos que norteiam a política de sustentabilidade da Monsanto e a uma apresentação sobre resistência de plantas daninhas ao glifosato. Em seguida, na parte externa, começam as palestras com dicas sobre manejo e benefícios da soja RR, os diferenciais de performance do herbicida Roundup Ultra em condições adversas de plantio e tecnologias de aplicação, esta sob responsabilidade do parceiro Spraying Systems. “O Fronteira da Tecnologia é investimento muito valioso para Monsanto, já que permite um forte intercâmbio de experiências que podem alavancar ainda mais a produtividade no campo de maneira sustentável”, afirma Alessandra Fajardo, coordenadora de Comunicação de Roundup.

Ações sociais

Além da utilização para apresentações sobre novas tecnologias e técnicas de manejo, o caminhão tem a vantagem de se transformar em uma sala de cinema nos intervalos das apresentações técnicas em algumas cidades, permitindo que inúmeras pessoas de regiões próximas do local onde o veículo fica estacionado assistam, em várias sessões, filmes clássicos nacionais e internacionais. “O Fronteira da Tecnologia não é apenas um centro de difusão de tecnologia, mas um espaço de entretenimento para as comunidades mais carentes das cidades onde o caminhão irá passar”, afirma Clarissa Novaes, analista de marketing de Soja.

Programação:

Primavera do Leste / MT
14, 16 e 17/02 – Fazenda Fabiano Fabris – Rodovia MT 130, km 21
* Todas as sessões ocorrerão nos seguintes horários: 9h às 13h e das 14h às 16h

As informações são da Monsanto.

Agrolink
Autor: Informaçôes de Assessoria de Imprensa

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