terça-feira, 15 de março de 2011

Acidente nuclear no Japão reaviva debate no Brasil

 Fonte: www.brasilwiki.com.br

DESTAQUES DE JORNAIS BRASILEIROS, TERÇA-FEIRA, 15 DE MARÇO DE 2011.

O Estado de S. Paulo

Japão pede socorro aos EUA para enfrentar risco nuclear
Mais um reator de usina atingida pelo terremoto explode, e radiação é detectada a 160 km do local


O governo japonês pediu ajuda aos EUA e à Agência Internacional de Energia Atômica para conter o vazamento de material nuclear na usina de Fukushima, atingida pelo terremoto de sexta-feira. Ontem, mais um reator da usina explodiu, e traços de radiação foram detectados a 160 km do local. O risco é que os reatores derretam totalmente sob o efeito do próprio calor, o que provocaria um vazamento atômico de proporções significativa. A situação ainda não está totalmente sob controle em outras duas usinas. Apesar da intensidade da crise, o governo japonês negou que haja perigo de repetir o desastre da usina de Chernobyl. Milhões de pessoas na devastada região nordeste do Japão passaram a quarta noite seguida sem água, comida ou aquecimento suficientes. (Págs. 1, A10 a A15 e Internacional)
Usinas: Acidente reaviva debate em torno da opção brasileira
Para o presidente da Comissão Nacional de Energia Nuclear, Odair
Gonçalves, o acidente no Japão pode abalar o programa brasileiro. O Ministério de Minas e Energia informa que, por ora, está mantido o plano de construir quatro usinas no Brasil. (Págs. 1 e Internacional A12)

Frase
Odair Gonçalves, da CNEN

"O debate sobre a segurança das instalações vai ressurgir, mas espero que o programa não seja paralisado".


INTERNET – Terça-feira, 9h00 - A japonesa Tokyo Electric Power Co (Tepco), empresa gestora do complexo nuclear, disse que retirou 750 trabalhadoras de sua usina nuclear de Fukushima nesta terça, deixando 50 no local para lidar com problemas nos reatores após o forte terremoto que atingiu o Japão. Agência da ONU, a Organização Mundial de Meteorologia, afirmou que os ventos estão levando os gás radioativo liberado para o Pacífico, amenizando uma ameaça maior em terras japonesas. Outras duas usinas apresentaram problemas - em Onagawa e Tokai, ao norte e ao sul de Fukushima respectivamente -, mas nenhuma apresenta riscos. Todos os complexos estão na região noroeste do Japão, região mais afetada pelo tremor.

Risco econômico: Desastre cria temor sobre recuperação global
O terremoto que atingiu o Japão, a terceira maior economia do mundo, provocou temores de que a recuperação global sofra um revés. Além disso, no médio prazo, a reconstrução do país pode aumentar a demanda por alimentos e energia, reforçando a pressão sobre os preços globais. As bolsas de valores caíram ao redor do mundo – o mercado teme o impacto da queda do consumo japonês nas exportações de China, EUA e Europa. (Págs. 1 e Economia B1)

BC japonês injeta no mercado US$ 183,28 bilhões
O Banco Central do Japão vai colocar US$ 183,28 bilhões no sistema financeiro - um recorde- para reverter a aversão ao risco. (Págs. 1 e Internacional A14)
STF abre inquérito para investigar filha de Roriz
O Supremo Tribunal Federal abriu ontem inquérito para investigar a deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF), flagrada em vídeo recebendo dinheiro do delator do esquema do mensalão do DEM. Ela disse que os recursos são caixa 2 de campanha. (Págs. 1 e Nacional A8)

PSB desiste de fusão com futuro partido de Kassab (Págs. 1 e Nacional A4)

Escândalo derruba diretor da polícia de São Paulo
O escândalo de espionagem contra o secretário de Segurança paulista, Antônio Ferreira Pinto, derrubou um dos mais importantes chefes da Polícia Civil: Marco Antônio Desgualdo. Ele dirigia o Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa desde 2009. (Págs. 1 e Cidades C1)

Guia IR 2011
Das deduções médicas à compra do veículo, tudo para sua declaração. (Pág. 1)
Notas & Informações: A tragédia do Japão
Apesar do preparo, é limitada a capacidade humana para conter os efeitos dos desastres. (Págs. 1 e A3)

O Globo

A tragédia japonesa - terceira explosão em usina eleva o risco de catástrofe
País pede socorro aos EUA; crise nuclear faz mundo rever energia atômica


Uma terceira explosão de hidrogênio, desta vez no reator número 2 de Fukushima Daiichi, já é a mais grave registrada no complexo e eleva o risco de catástrofe nuclear no Japão. Sites dos principais jornais do país informavam, sem confirmação oficial, que o nível de alerta em Fukushima passara de 4 para 6, a apenas um da catástrofe de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986. O governo japonês já não descarta a possibilidade de derretimento total de três reatores de Fukushima e pediu ajuda aos EUA para tentar conter a crise. Após a explosão, uma primeira amostragem indicava que os níveis de radiação haviam quadruplicado em 40 minutos, em quantidade oito vezes maior que a permitida. A reconstrução do Japão pode ter um custo de US$ 180 bilhões. (Págs. 1, 21, 28 a 32 e editorial “A confiabilidade da tecnologia nuclear”)
Cinelândia será toda de Obama no domingo
Quem quiser ir à Cinelândia assistir ao discurso do presidente dos EUA, Barack Obama, enfrentará um esquema de segurança mais que reforçado. Bolsas e mochilas serão proibidas, e será exigido documento de identificação. O discurso terá tradução simultânea. Tanques acompanharão a visita de Obama à UPP da Cidade de Deus. Ele também deve ir ao Cristo. (Págs. 1, 3 a 10 e Luiz Garcia)

De volta, os “recursos não contabilizados”
Filmada recebendo dinheiro em espécie, a deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF) usou a mesma desculpa do PT: seriam “recursos não contabilizados” para a campanha de 2006. Pela lei eleitoral, o caixa 2 é crime grave, mas já estaria prescrito. O STF abriu inquérito contra ela. (Págs. 1 e 11)

Gil Castello Branco
Auxílio federal a pescadores custa cinco vezes mais que o próprio Ministério da Pesca. (Págs. 1 e 6)

BG, gigante de gás e petróleo, investirá US$ 30 bilhões no Brasil (Págs. 1 e 27)

Folha de S. Paulo

Novas explosões põem Japão em risco de desastre nuclear
Radiação perto de usina é o triplo a que uma pessoa pode ser exposta por ano


O risco de um grande vazamento atômico no Japão aumentou. Duas novas explosões na usina de Fukushima 1 prejudicaram ainda mais a refrigeração do combustível nuclear. Segundo os EUA, o governo japonês pediu ajuda americana para tentar conter o problema.

A radiação perto da usina chegou a 8,2 sieverts (medida de intensidade radioativa), o triplo a que alguém pode ser exposto por ano.

Segundo especialista, o nível de gravidade da radiação é de pelo menos 5 em escala que vai a 7 – o máximo, atingido em Tchernobil.

A combinação de terremoto e tsunami que atingiu o país deixou pelo menos 2.500 mortos, de acordo com dados oficiais. Há estimativas, porém, que aponta mais de 10 mil. (Págs. 1 e Mundo)

Governo alemão decide fechar duas usinas antigas; Suíça susta as novas licenças. (Págs. 1 A16 e Mundo)

Banco Central japonês injeta US$ 184 bi na economia; Bolsa de Tóquio recua 6,2%. (Págs. 1, A19 e Mundo)

Rumo ao norte: Fabiano Maisonnave

O trânsito some na estrada da Fukushima 1. Fica a sensação ruim de que deveríamos estar no outro sentido. Não há restaurante; na lojinha, só cenouras e garrafinhas de leite com chá. Falta comida, mas sobra gentileza. Uma senhora nos deu pacote de bolachas – e ainda agradeceu. (Págs. 1, A18 e Mundo)

Foto legenda: Sobrevivente. Membro de equipe de resgate carrega menina de 4 meses resgatada em Ishinomaki três dias após o tremor; o bebê já entregue ao pai, foi levado pela força do tsunami dos braços da mãe, ainda desaparecida. (Págs. 1, A17 e Mundo)

Foto legenda: Explosão no teto do reator 3 da usina de Fukushima

INTERNET – UOL - Terça-feira, dia 15, às 8h50 - O governo japonês admitiu nesta terça-feira (15) que os níveis de radiação após as explosões na usina nuclear de Fukushima Daiichi já podem afetar a saúde humana. O porta-voz do primeiro-ministro, Yukio Edano, disse que os níveis mais altos de radiação foram detectados na usina e que "quanto maior a distância da usina e do reator, menores devem ser a radiação".
Contra protestos, forças sauditas ocupam Bahrein
A pedido da família real do Bahrein, que é sunita, mais de 150 blindados, mil soldados sauditas e 500 policiais dos Emirados Árabes Unidos entraram no país para conter os protestos da maioria xiita, que pede democracia e a saída do rei. Opositores vêem ocupação militar e temem guerra não declarada. (Págs. 1, A20 e Mundo)
Laudos revelam contaminação de água do Guarujá
Laudos do Instituto Adolfo Lutz, feitos a pedido da Prefeitura do Guarujá (SP), apontam que a água distribuída na cidade entre 15 de dezembro e 20 de janeiro estava imprópria ao consumo. Houve surto de diarréia. A Sabesp diz que não detectou problemas. (Págs. 1, C6 e Cotidiano)
Editoriais
Leia “Síndrome do Japão”, sobre o futuro da tecnologia nuclear, e “A liberalidade no BNDES”, que questiona a política de repasse ao banco. (Págs. 1, A2 e Opinião)

Correio Braziliense

Jaqueline admite caixa 2 e STF autoriza inquérito
O ministro Joaquim Barbosa, do Supremo Tribunal Federal, determinou a abertura de inquérito contra a deputada federal Jaqueline Roriz (PMN-DF). Em nota, a parlamentar confessou ter utilizado caixa 2 na campanha de 2006 e que visitou “algumas vezes” o escritório de Durval Barbosa para receber recursos não contabilizados na Justiça Eleitoral. Ela também apresentou licença médica de cinco dias à Câmara. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, afirmou que o caso terá uma investigação paralela ao inquérito da Caixa de Pandora. O Ministério Público vai interrogar Jaqueline Roriz e verificar a autenticidade da gravação em vídeo. (Págs. 1, e 25)

As estripulias de Manoel Neto

Agraciado com R$ 50 mil no vídeo de Durval Barbosa, o marido de Jaqueline Roriz recebeu outras benesses do Governo do Distrito Federal. Em 2006, durante a gestão de Maria de Lurdes Abadia, ele ganhou um lote de 2.134 m2 do Pró-DF no Setor de Indústria e Abastecimento. Assumiu a contrapartida de investir R$ 385,2 mil e empregar 20 pessoas. Em vez de se dedicar ao negócio, Manoel Neto alugou o terreno para uma marmoraria. (Págs. 1 e 27)

Japão eleva alerta nuclear
Uma nova explosão na usina de Fukushima fez o Japão aumentar de 4 para 6 o nível de gravidade do acidente nuclear — a escala vai até 10. Com o incidente de ontem, três dos seis reatores da central, danificada após o terremoto e o tsunami da sexta-feira, apresentam problemas. O governo japonês admitiu danos ao equipamento,e há registro de aumento da radioatividade nas regiões vizinhas,inclusive no caminho para Tóquio. A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) garantiu que esse vazamento não reproduzirá a tragédia de Chernobyl,em 1986,mas as autoridades japonesas já pediram ajuda aos técnicos do organismo para conter a crise. E à medida que as operações de resgate continuam, cresce para 10 mil a estimativa de mortos na catástrofe — o número oficial chegou a 2.400. (Págs. 1, 16 a 19)
Cespe vai organizar concurso dos correios
Centro da UnB receberá R$ 32,7 milhões para selecionar os 9.190 servidores. (Pág. 1)
Poluição: Usina sem controle no Sul do país
Termoelétrica em Candiota, no Rio Grande do Sul, emite poeira e fumaça acima do permitido por lei. Ibama pode paralisar o funcionamento da central, ampliada recentemente com recursos do PAC. (Págs.1, 6 e 7)

Valor Econômico

Efeito Japão se espalha na economia
A paralisação de boa parte da máquina produtiva do Japão, a terceira economia mundial, espalha dificuldades para toda a rede integrada de fabricação regional asiática, em uma cadeia de conseqüências que atinge o Brasil. Com a destruição assustadora do nordeste do país, o perigo de mais vazamentos radioativos na usina nuclear atingida pelo terremoto e sem perspectiva de regularização do fornecimento de energia por várias semanas, a Sony, maior exportadora japonesa de eletrônicos de consumo, suspendeu a operação de dez fábricas. A Toyota, maior montadora do mundo, fez o mesmo com suas 12 unidades.
Automóveis, autopeças e material eletroeletrônico predominam na pauta de vendas do Japão para o Brasil. O país é o maior exportador de autopeças para o Brasil – US$ 1,84 bilhão, ou 14% de todas as importações de componentes automotivos. As subsidiárias de suas montadoras – Honda, Mitsubishi, Toyota e Nisan – são as mais dependentes de peças e podem sofrer interrupção em suas linhas de montagem. O efeito sobre a produção brasileira de eletroeletrônicos não deve ser grande, pois ela pode ser abastecida com insumos fabricados em outros locais da Ásia. Por outro lado, os japoneses são um dos principais compradores do minério de ferro do Brasil – em 2010, consumiram US$ 3,27 bilhões. (Págs. 1, A14, A15, C2, D1 e D2)
Etanol perto de um choque de preços
O preço do álcool hidratado disparou, a demanda se retraiu em 26% desde dezembro e ainda assim crescem as preocupações com os níveis de estoques e o desabastecimento em casos pontuais. Em São Paulo, maior produtor nacional do etanol, donos de postos relatam que há racionamento na entrega do produto pelas distribuidoras. A expectativa do Sindicom (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras) era que o consumo caísse mais de 40%, como ocorreu há um ano, diz Alísio Mendes Vaz, diretor. Mas a migração para a gasolina, possibilitada pelos carros flex, não foi até agora forte o suficiente para frear os preços e regular a demanda. Hoje, só é vantajoso abastecer o veículo com etanol no Estado de Mato Grosso. (Págs. 1 e B14)

Eike Batista dobra investimentos e mira novos negócios (Págs. 1 e B6)

Emissoras de televisão entram na era do comercial personalizado (Págs. 1 e B7)

Projeto muda royalty de minério
Projeto de lei em análise no Ministério da Fazenda altera o cálculo para pagamento de royalties aos municípios mineradores, que passaria a considerar os volumes extraídos e a cotação do minério no período. Págs. 1 e A2)

Gargalo aeroportuário
Segundo maior mercado da aviação civil entre os Bric, o número de passageiros em vôos domésticos no Brasil deve chegar a 90 milhões em 2014, segundo previsão da Iata. Mas o presidente da entidade, Giovanni Bisignani, reforça seu alerta sobre as deficiências da infraestrutura aeroportuária. (Págs. 1 e B4)

Bônus ambiental
Pesquisa com mais de uma centena de grandes empresas instaladas no Brasil mostra que 43% delas já têm programas de bonificação de executivos atrelados ao cumprimento de metas ambientais. (Págs. 1 e B11)

Embarques afetados em Paranaguá
A queda de pontes e barreiras provocada pelas chuvas no Sul do país interrompeu o transporte de grãos por ferrovia e rodovias ao porto de Paranaguá. (Págs. 1 e B14)

Isenção na venda de ações
Superior Tribunal de Justiça restabelece isenção de IR na venda de participações acionárias adquiridas entre 1976 e 1988, desde que o contribuinte as tenha mantido por no mínimo cinco anos. Págs. 1, e E1)

’Contrabando’ de bagatela
Os tribunais superiores estão livrando, com base no princípio da insignificância, acusados de crime de descaminho – importação sem o pagamento de impostos – desde que o valor sonegado seja inferior a R$ 10 mil. (Págs. 1 e E1)

Ideias - Delfim Netto
Nada recomenda, como querem alguns “falcões” do sistema financeiro, um ajuste fiscal e monetário dramático no país. (Págs. 1 e A2)

Ideias - Nathan Blanche
A única saída para o dilema cambial seria o governo executar uma agenda que altere a estrutura da demanda por dólares. (Págs. 1 e A16)

Estado de Minas

Nuvem de medo sobre o planeta
Terceira explosão em usina nuclear aumenta risco de vazamento radioativo no Japão e faz o mundo repensar uso de energia nuclear. Alemanha e suíça suspendem projetos


O estrondo ocorreu no reator dois do complexo de Fujushima. A usina tem três reatores em processo de derretimento, o que eleva o risco de vazamento de material radioativo. O de4safio é resfriá-lo. O japão pediu ajuda aos EUA. O acidente nuclear japonês já é considerado de nível 6, um a menos que o de Chermobyl, em 1986, opior da história. Hoje, em Bruxelas, Comissão Européia convocou reunião de emergência para discutir a questão atâomica. Há na Europa 150 reatores. Outros países como Reino Unido e Índia também discutem seus projetos de geração de energia em matriz nuclear. (Págs. 1, 18 a 20)

Foto legenda: Usina nuclear de Fukushima - Primeiro a explodir foi o reator 1, depois o 3. A situação agravou-se ontem com a explosão do reator 2, aumentando o risco de um grande acidente atômico

Foto legenda: Moradora chora em meio aos escombros na cidade de Natori. Estima-se que haja 550 mil desabrigados. Muita gente tem passado as noites no sereno, reconstrução custará US$ 180 bilhões
Nova regional terá 300 mil moradores
Escritório de Jaime Lemer, ex-prefeito de Curitiba, fará o projeto de ocupação de parte da região do Isidoro, a última fronteira verde de Belo Horizonte. (Págs. 1, 23 e 24)
Calamidade: Chuva já matou 11 pessoas em cidades do Sul
Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná sofrem com enchentes, que também castigam 19 municípios do Espírito Santo nos últimos dias. (Págs. 1 e 9)
Aviação: Voos enfrentam 43 obstáculos na Pampulha
Aeroporto tem um ano para rebaixar ou remover do redor obstáculos como igrejas, casas e árvores que impedem pouso por instrumentos. Senão, poderá ser vetado à aviação regular. (Págs. 1 e 12)

Jornal do Commercio (PE)

O pesadelo nuclear
Medo de vazamento cresceu com terceira explosão em usina de Fukushima, no Japão. Insegurança se espalha. Suíça e Alemanha suspenderam projetos atômicos e no Brasil debate sobre novas usinas, inclusive em Pernambuco deve esquentar. (Pág. 1)

Falta de médicos fecha leitos de UTI no HR (Pág. 1)

Prejuízos no Sul com a chuva passam de R$ 580 milhões (Pág. 1)

Presidente dos EUA vai falar em praça do Rio de Janeiro (Pág. 1)

Crise na Líbia (Pág. 1)

1.500 vagas (Pág. 1)

Zero Hora (RS)

Escândalo suspende contratos de pardais
Revelação de esquema leva Estado e municípios a reverem licitações, e o TCE anuncia investigação. (Págs. 1, 37 a 39 Editorial 22 e Paulo Sant'Ana 63)
Promessa
Metrô está garantido diz ministro (Págs 1 e 44)
Foto legenda: O Japão pede ajuda - Explosão eleva alerta nuclear (Págs. 1, 4, 5, 8, 10, 11, 12 e 14)

Fontes: Radiobras – JBWiki!

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