quarta-feira, 4 de maio de 2011

10 curiosidades do Censo 2010 sobre os municípios brasileiros

Escrito por www.jornaldebarretos.com.br
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta sexta-feira, dia 29, os detalhes do Censo 2010. O levantamento apontou que a população brasileira cresceu de 169.590.693, do Censo 2000, para 190.755.799, variação de 12,48%. O crescimento populacional foi maior na região Norte (23,04%), seguida do Centro-Oeste (21,01%), Nordeste (11,29%), Sudeste (11,15%) e Sul (9,15%).

Veja abaixo curiosidades do Censo 2010 nos municípios brasileiros.
 

Com explosão demográfica, Rio das Ostras (RJ) é a cidade que mais cresceu no país
O município de Rio das Ostras, no litoral norte do Rio de Janeiro, triplicou sua população na última década. Em 2000, eram 36.419 habitantes, número que saltou para 105.676 no Censo 2010 —crescimento de 190%. Em segundo lugar está Balbinos (SP), que viu sua população aumentar de 1.313 para 3.702 (181%), seguido de Pedra Branca do Amapari (AP), crescimento de 4.009 para 10.772 habitantes (169%); São Felix do Xingu (PA), de 34.621 para 91.340 (164%); e Canaã dos Carajás (PA), de 10.922 para 26.716 (144,61%)...

Maetinga (BA) perde quase a metade da população em dez anos
Maetinga, no Centro-Sul baiano, foi a cidade que proporcionalmente mais diminuiu em todo o país. Entre 2000 e 2010, a população do município caiu de 13.686 para 7.038, redução de 49%. Itaúba (MT), em segundo lugar, minguou de 8.565 para 4.575 (-46,58%). Já a população de Brejo de Areia (MA) despencou de 10.418 para 5.577 (-46,47).

Borá (SP) mantém o título de menor cidade do país
Pelo segundo censo consecutivo, o município de Borá, no interior paulista ganhou o título de menor cidade do país em termos populacionais, com 805 habitantes, apenas dez a mais do que foi registrado no Censo 2000. O segundo lugar nesse quesito ficou com a cidade mineira de Serra da Saudade, cuja população caiu de 873 para 815 na última década. A terceira menor cidade do país é Anhanguera (GO), com 1.020 habitantes.

Campinas (SP) continua ostentando título de maior cidade do interior
Das cinco cidades interioranas mais populosas do país, quatro estão no Estado de São Paulo. A maior delas, Campinas, tem 1.080.113 habitantes, segundo o Censo 2010. Em segundo lugar aparece São José dos Campos, com 629.921 habitantes, seguida de Ribeirão Preto (604.682), Uberlândia (604.013) e Sorocaba (586.625). A lista não considera como do interior as cidades que pertencem às regiões metropolitanas.

Guarulhos (SP) e São Gonçalo (RJ): maiores cidades das regiões metropolitanas, exceto as capitais
Se Campinas é a maior cidade do interior, Guarulhos (SP) é a maior cidade brasileira que não é capital e pertence a uma região metropolitana, com 1.221.979 habitantes. Em segundo lugar aparece São Gonçalo (RJ), com 999.728 moradores, seguido de Duque de Caxias (855.048), Nova Iguaçu (796.257) —ambos no RJ— e São Bernardo do Campo, no ABC Paulista (765.463).



Extensos e despovoados, municípios da região Norte têm menores densidades demográficas
Os sete municípios com as menores densidades demográfica estão na região Norte. O primeiro da lista é Japurá (AM), no Alto Rio Negro, que possui 8.549 habitantes espalhados para uma área de 56 mil km² —área equivalente a 37 municípios de São Paulo—, que dá uma densidade demográfica de 0,13 habitante por km². Na seqüência, aparecem Atalaia do Norte (AM), no Alto Solimões, com 15.153 habitantes em 76 mil km² (densidade de 0,20), Barcelos (AM), também no Alto Rio Negro, com densidade de 0,21 hab/km² e Mateiros (TO), na região do Jalapão, com densidade de 0,23 hab/km².

Formigueiros humanos: São João do Meriti (RJ) e cidades da Grande São Paulo
Apelidada de “formigueiro das Américas”, São João de Meriti, na Baixada Fluminense, é a cidade com maior densidade demográfica, com 458.673 habitantes em apenas 35 km², o que dá uma densidade de 13.024 hab/km². Na seqüência aparecem Diadema (12.519 hab/km²), Taboão da Serra (12.049), Carapicuíba (10.680) e Osasco (10.411), todos na Grande São Paulo.

Porto Alegre, Recife e capitais do Sudeste têm menor crescimento
Entre todas as capitais brasileiras, Porto Alegre foi a que menos cresceu entre 2000 e 2010, com aumento populacional de 3,58% —1.360.590 para 1.409.351 habitantes. Belo Horizonte aparece em segundo lugar, com crescimento de 6,10%, 2.238.526 para 2.375.151, seguido de São Paulo (7,84% de aumento), Rio de Janeiro (7,90%) e Recife (8,07%).

Capitais da região Norte são as que mais crescem
Enquanto as metrópoles do Sul e Sudeste crescem moderadamente, na região Norte as capitais crescem em ritmo acelerado. Palmas foi a campeã em crescimento populacional (66,23%). A população aumentou de 112.848 para 228.332 na última década. Em Macapá, a população cresceu 40,56%, saltando de 283.308 em 2000 para 398.204 em 2010. Já em Rio Branco, o crescimento foi de 32,79%, passando de 253.059 para 336.038. Em Porto Velho, a população aumentou de 334.661 para 428.527, variação de 28,05%, proporção semelhante à de Manaus, onde o número de habitantes cresceu de 1.405.835 para 1.802.014 (28,18%). Já Boa Vista, a campeã em crescimento populacional, o número de moradores cresceu de 200.568 para 284.313 (41,75%).

Brasil tem 58 cidades novas, a maioria no Rio Grande do Sul
De acordo com o Censo 2010, 58 cidades novas foram fundadas no Brasil entre 2000 e 2010, 29 delas no Rio Grande do Sul e 15 em Mato Grosso. Outros quatro municípios foram criados em Goiás, três no Piauí e dois na Bahia. No Rio Grande do Norte, Alagoas, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, um município novo surgiu na última década.
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